reclamação foi ouvida para passar os lábios dela. O tempo dela estava gasto em um
esforço desinteressado para fazer a vida da filha dela menos doloroso. Mas o
puxe disto estava contando, e ela soube que vida com ela era mas o
pergunta de semanas, talvez dias. Como o aperto físico dela cresceu mais fraco,
o cabo mental dela aumentou proporcionalmente, e ela determinou para viver
cultive ela ou tinha cercado o olhos da criança dela em morte, ou a deixou com
algo para qual lutar, como estava lutando agora ela.
Mas a mãe pobre por último deseje não seria concedido. No
começando de setembro, só quando a terra estava cheio de promessa dourada
de outono, ela se sentia indo. Ela sentia a mão fria de morte a
o coração dela e o destruidor severo sussurraram na orelha dela: "Se prepare."
Oh, a angústia de há pouco ir então, quando lhe precisaram tão extremamente por
o dela enganou e a criança deserta.
"Anna, bem", ela chamada feebly, "eu não posso estar com você; Eu sou
indo--eu rezei para ficar, mas era não ser. Sua criança vai
o, bem, conforte. Não há nada como o amor de uma criança, Anna, para
faça uma mulher esquecer de velhas tristezas--me beije, querido----" Ela teve sido.
E assim a Anna era abaixar no vale da sombra de morte
só, e entre estranhos.
CAPÍTULO VIII.
EM DIAS DE ESPERAR.
"O'er curvado o bebê dela, os olhos dela dissolveram em orvalho,
As gotas grandes entrosaram com o leite que ele puxou
Dado o triste pressagie dos anos futuros dele--
A criança de miséria, batizada em lágrimas."--_John Langhorne_.
Os dias da espera de Anna se atrasaram. Ela perdeu toda a conta de tempo e
estação. Cada dia estava dolorosamente como seu antecessor, um período de tempo,
ter sido ido por com, como melhor ela pôde. Ela percebeu depois dela
a morte de mãe o que a companhia suave tinha sido a ela, isso que um
apóie a mãe delicada tinha restado pela hora dela necessidade. Para um grande
mudança tinha vindo o inválido de querulous com o começo dela
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