as dificuldades de filha, as queixas da mulher do mundo eram
esquecido na ansiedade da mãe, e nunca por olhar ou palavra fez
ela repreende a filha dela, ou faz para a aflição dela qualquer coisa mas mais fácil para
agüente pela presença suave dela.
Anna, penetrada o estupor da própria aflição dela, não percebeu o conforto
do presença da mãe dela até que estava muito tarde. Ela encolheu do
estranhos com quem eles fizeram a pequena casa deles/delas--uma meia-idade
o lojista e a esposa dele que tinham estado alegre de bastante para lhes alugar dois
quartos novos na casa deles/delas a uma baixa figura. Eles não estavam faltando dentro
condolência para "Sra. Lennox jovem", mas a disposição deles/delas para perguntar
perguntas fizeram a Anna os evitar como ela teria uma infecção. Depois de
o morte da mãe dela, eles tentaram mais duro que já ser amável a ela, mas
a menina desatenta que passou os dias dela não contemplando a nada quase não era
atento das vindas deles/delas e andamentos.
"Se você só tentasse comer um pouco, meu querido", disse o corpulento Sra.
Smith, estando atarefado no quarto de Anna. "E causas de terra, não assuma assim.
Lá você começou aquela cadeira o dia todo. Há pouco o desperte, meu
querido; lá ai não nenhuma dificuldade, porém ruim, mas poderia ser wuss."
A esta filosofia escura, Anna devolveria um sorriso pálido, enquanto ela
sentia o coração dela quase fratura dentro dela.
"E, Sra. Lennox, não preste atenção ao que eu digo a você. Eu sou velho bastante ser
sua avó, mas se você disputou com qualquer um, também não seja
corajoso agora sobre fazer as pazes. Coragem está certo em seu lugar, mas seu
não coloque ai à cabeceira de uma mulher jovem que é conseguiu enfrentar a tentativa
da vida dela. Se você disputou com qualquer um--seu--seu marido,
diga, agora é o tempo para fazer as pazes isto, desde que seu ma foram."
A mulher velha olhou para ela com uma mistura estranha de motherliness e
curiosidade. Como ela disse ao uma dúzia de de marido dela tempos por dia, o coração dela,
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