ela deveria ir embora tinha solapado a força dela e ela se preparou se encontrar
um das grandes crises de vida com corpo enervado, trêmulo e um
note incapaz de ação.
Ela apertou a cabeça de palpitação dela nas pedras frescas do bem-meio-fio e
rezado para luz. O que poderia fazer ela--onde ela pudesse ir? O destino dela
rosa para cima antes do dela como uma grande parede de prisão de pedra à qual ela bateu
com mão de hemorragia nua e as pedras ficadas parado dentro todos seu
mightiness.
Como ela poderia contender com tal crueldade insensível como isso de Sanderson?
Tudo aquilo que ela tinha pedido era um telhado honesto em troca de honesto
labuta. E há poucos assim tal, pensamento a menina desamparada,
se lembrando com vivacidade terrível os esforços dela para achar trabalham e o
armadilhas e barreiras que tinham sido postas do modo dela, freqüentemente no disfarce,
de interesse amigável.
Ela não pôde sair e face tudo em cima de novamente. Estava tão deserto--assim
deserto. Parecia não ser nenhum lugar no grande mundo que ela pôde
encha, ninguém estava em falta da ajuda dela, ninguém requereu os serviços dela.
Eles não tiveram nenhuma fé na história dela que ela estava procurando o trabalho e teve nenhum
casa.
"O que, uma menina jovem bonita gosta de você! O que, nenhuma casa? Não, não; nós
não precise de você", ou a outra alternativa assustadora.
E ainda ela tem que ir. Sanderson tinha razão. Ela não pôde ficar onde ele
era. Ela tem que ir. Mas onde?
Ela poderia ouvir a voz dele no jantar-quarto, enquanto os entretendo tudo com
o presente inimitável dele de história-revelador. E então, a risada deles/delas--repique
em repique disto--e a voz dele cortando dentro, com sua modulação bem educado,:
"Sim, eu pensei que era um satisfatório história eu, até mesmo se a piada fosse
em mim." E novamente a risada deles/delas e aplauso. Ela não teve nenhuma arma
com que lutar tal egoísmo de sangue frio. Ficar significaram
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