o fim da terra e ela foi sem parar, enquanto nunca pensando do
faça temporal, ou o destino dela, ou onde ela descansaria aquela noite. O dela
luz de feltro de cabeça, como se ela tivesse estado bebendo vinho, e mais de uma vez
ela parou para esfregar a transpiração da testa dela. Como absurdo para
a neve para cair em tal uma noite abafadora, e tolo dessas pessoas
que tinha a se mostrado morrer, pensando isto estava frio--o termômetro
deve ser 100. Ela pausou para adquirir a respiração dela; uma explosão de vento frio pegou
a capa dela, e quase teve sucesso a roubando disto, e o frio
lutado com a febre que estava a consumindo, e ela percebeu para
a primeira vez que estava frio.
"Bem, isso que logo?" ela se perguntou, enquanto atrasando a cabeça dela e
assumindo a atitude de uma criatura trazida para ladrar inconscientemente mas
ainda unconquered.
"O que logo?" Ela repetiu isto com o desespero sombrio de um que tem
nada mais adiante temer do modo de sofrer. Os Destinos tinham gastado
eles nela, ela já não teve o poder para responder. Suponha ela
deveria ser perdido em um snowdrift? "Bem, o que importou?"
Então vindo um dessas justificações irresponsáveis da visão mental
aquela natureza parece reservar para o capítulo final. O dela acelerou
cérebro agarrou a tragédia da vida dela como nunca teve antes. Ela viu
isto com olhos impessoais. Anna Moore era um estranho em de quem caso ela
poderia sentar com julgamento imparcial. A mente dela balançou atrás ao futebol americano
jogo no outono dourado dezoito meses atrás, e ela ouviu as alegrias
e viu os enxames de faces ansiosas, virado para cima e os pontos de azul e
enrubesça, iguais flores, em um grande campo ondulante. Isso que um panorama de
vida, e força, e luta tinha sido! Como típico de vida, e
o fim--mas não, o fim não era contudo; deve haver algumas justiças dentro
vida, alguma lei de compensação. Deus tem que ouvir afinal!
O vento veio, enquanto rasgando abaixo de, a floresta pínea, que surge pelo
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