minuto, esquentar isto. Ela não pediria se entrar, mas o
bebê--ninguém seria tão cruel sobre a recuse isso. Desapareceria
aqui no resfriado e a tempestade. Era tão cruel, tão duro ser
vagando aproximadamente em uma noite gostam isto com o bebê. Os olhos dela começaram
encha de lágrimas, e o mais baixo lábio dela para tremer, mas ela plodded em,
alguns passos às vezes ganhando e os repassando então, mas sempre com
o mesmo instinto que tinha a incitado para esforços além dela
força, e este terminado, ela não teve nenhuma preocupação adicional por ela. O dela
corpo especialmente, onde a capa não protegeu isto contra a explosão,
estava gelando, tremendo, doendo por toda parte. Uma consciência oculta começou
amanhecer como a presença terrível de morte puxaram mais próximo; algum intuitivo
esforço de preservação se afirmou, e ela continuou repetindo em cima de e
em cima de: "Eu não devo me render. Eu não devo me render."
Agora a cena começou a mudar, e o mundo informe branco sobre
o dela começou a assumir forma definida. Ela tinha visto tudo antes, o
árvores nuas que apontam as filiais nuas deles/delas para cima, a franja de salgueiros,,
a folha lisa, vítrea de água que estava em parte congelada e em parte
ondulando para a costa sulista. A familiaridade de tudo começou
a assombrar. Ela tinha sonhado isto--ela estava sonhando agora? Talvez isto
era afinal de contas só um sonho! Então, como se em uma onda de pensamento claro,
ela se lembrou de tudo. Era o lago, e ela tinha estado lá com
as crianças de escola dominical verão passado aceso a piquenique deles/delas.
Veio a ela como uma solução de todas suas dificuldades; era tão plácido,
assim imóvel, tão frio. Um momento e tudo seriam esquecidos. Ela estava de pé
com um pé no gelo rangendo. Era mas caminhar uma dúzia de passos para
o lugar onde o gelo era mas um estrondo de cristal e isso terminaria
tudo. Ela estava tão cansada da discussão eterna de coisas, ela era assim
|