"É falso! Minha esposa sempre recebeu própria consideração a meu
mãos."
"Você a doente-usou, a maltratou; nós temos isto dela."
"Você sabe, então, onde ela é?" Gascoigne suspenso, com assim
muita ânsia que estava claro que ele tinha levado o defecção da esposa dele
grandemente para coração. "Por que ela me deixou? Com quem? Eu sempre tenho
suspeitado aquele vilão Ledantec; ele é um salafrário de arco, um mesmo
diabo!"
"São explicadas as razões para o desaparecimento de sua esposa suficientemente
por esta carta."
"Para mim?" disse Gascoigne, enquanto estirando fora a mão dele para isto.
"Para você, mas encerrado por nós. Foi achado, em nossa procura de seu
apartamentos ontem, colocou em um lugar proeminente em seu
penso-mesa."
"Dê isto me--é meu!"
"Não! mas você ouvirá o que diz. Escute:--
"'Eu poderia ter sido paciente com resignação a parte miserável que você tem
imposto em mim. Depois de me atrair de minha casa com deslumbrar ofertas,
depois de me prometer uma vida de luxo e facilidade esplêndida, você rudely,
cruelmente dispersado a ilusão, e fez isto planície para mim que eu tive
compartilhado o lote de um pobre. Tudo isso eu poderia ter agüentado--pobreza,
porém desagradável, mas não a infâmia, a degradação, de ser o
o sócio e sócio de suas ações más. Mais cedo que caia tão muja eu
prefira o deixar para sempre. Não busque para mim. Eu fiz com
você. Tudo estão a um fim entre nós!'"
CAPÍTULO III.
A RATOEIRA.
"Bem", disse o juiz, quando ele tinha terminado leitura, "você vê isso que
sua esposa pensa em você. O que diz você agora?"
"Não há uma palavra de verdade naquela carta. É um tecido de
misstatements do princípio ao fim. Você não tem que colocar nenhuma confiança em
isto."
"Lá você me tem que permitir diferir de você. Esta carta é, em meu
convicção, perfeitamente genuíno. Provê uma ligação mais importante dentro o
cadeia de evidência, e eu darei isto o peso que merece. Mas
bastante--você ainda negará sua culpa?"
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