o mundo, estava calmo por uma mancha.
"Como você gosta do Oeste, Roger?" ele chamou, banteringly.
"Algo como, eh, grego?" Hapgood riu atrás. "Você sabe, eu
acredite que eu ficarei! E a senhora, ela não é alguma classe, eh?"
Ele terminou o banho dele finalmente, e afinal emergiu, meio vestiu, para
vadie na cadeira grande enquanto o amigo dele levou o mergulho dele. Ele ouviu
Conniston que canta ao obligato da água corrente, e, com olhos
meio fechado, apoiou atrás e assistiu o ceilingward de redemoinho de fumaça dele.
Agora a porta de banho-quarto abriu novamente, e ele viu Conniston, seu,
calças compridas na mão dele, se levantando na entrada, sorrindo como se a
algum pensamento risada-provocando raro.
"Bem, o homem velho", Hapgood sorriu atrás a ele, "de onde o mirth?"
Conniston riu gleefully.
"Outra piada, Roger, meu menino! Eu desejo saber quando os Destinos forem
nos derrube para prestar a atenção não dividida deles/delas para algum outro afortunado
mortais? Você sabe que vinte e sete dólares e sessenta centavos?"
"Bem?"
"Eu perdi isto!" Conniston riu completamente como a imaginação pronta dele
complicações divertidas descritas à frente. "Todo centavo culpado disto!"
"O que!" Hapgood estava nos pés dele, enquanto fitando. O desvanecimento de Hapgood era
uma coisa do passado.
Conniston acernar com a cabeça, o sorriso dele ainda com ele.
"Todo centavo disto! E aqui nós estamos o Deus sabe como longe de casa--"
"Você olhou por todos seus bolsos?"
"Todo um. E eu achei--"
"O que?"
"Um buraco", riu Conniston. "Há pouco um buraco, e nada mais."
Hapgood empurrou as calças compridas da mão tremendo do homem quem
tal uma catástrofe poderia mover a risada, e fez uma procura apressada.
"O que o diabo nós vamos fazer?" ele ofegou, quando havia afinal
nenhum duvidando a verdade.
Conniston encolheu os ombros. "Eu não tive tempo para entender aquela parte disto.
Não o tenha dinheiro?"
"Aproximadamente sete dólares", Hapgood estalado. "E muito tempo isso vai
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