que não fez dentro o menos o impeça de sonhos sonhando habitados
somente por uma menina esbelta, flexível, graciosa com olhos cinzas grandes como amanhecer
céus em estação da primavera.
As duas semanas não tinham estado perdidas. Ele tinha aprendido algo, e ele
tinha feito um amigo. O amigo era Pete Solitário. Noite depois de noite,
com uma perseverança obstinada que nenhum muito alto barreiras do modo
de palavras incrivelmente longas nem o bantering ridicularize dos companheiros dele
poderia afetar, o homem ruivo sentou à mesa na beliche-casa
debaixo do balanço-abajur e decorou "Macbeth." Em passeios longos por
a gama ele levou "Macbeth" na mão dele, um diminuto e
dicionário insatisfatório no quadril-bolso dele.
Um dia Conniston e Pete Solitário estavam montando junto em alguns
percorra incumbência. Pete solitário estava particularmente interessado no estudo dele,
e Conniston lhe fez a pergunta à beira da que ele tinha sido
perguntando muitas vezes.
"Como acontece, Pete", ele disse, negligentemente, "que você está adquirindo
tão interessado em uma educação aqui ultimamente?"
Pete não respondeu com a vivacidade habitual dele. Conniston, olhando a,
ele, sobre repetir a pergunta, pensando que tinha estado perdido dentro
o baque dos cavalos deles/delas coiceia, foi pasmado para ver consideravelmente o
a face de vaqueiro vai como ardendo um vermelho como o cabelo dele.
"Olhe aqui, Decore", Pete disse, finalmente, o tom dele meio agressivo, enquanto
os olhos dele, normalmente tão honesto, recusaram conhecer a consideração divertida de Conniston,
"o que eu faço um' por que eu faço isto ai a preocupação de nem todo outro jaspe, é?"
"Certamente não", Conniston respondido, prontamente. "Certamente não meu. EU
não vá brincar em seu negócio pessoal, Pete."
"Eu quero dizer outros jaspes, não você, Decoram", Pete continuou, depois que eles tivessem
galopado em para um momento em silêncio. "Você sido helpin' eu assim eu não faço
saiba como eu 'um' fez tal fas' melhoria sem você. É como
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