"Eu não desejo saber nada!" ela chorou, suavemente, os olhos dela muito luminoso. "E
noite de para-amanhã vai você sobe a casa e me conta isso que você
decidiu?"
"Eu penso", ele lhe, quietamente, respondeu "que eu já decidi. Mas
Eu não lhe falarei até noite de para-amanhã."
CAPÍTULO IX
Conniston sentou para cima recente, empoleirado alto na cerca de curral aquela noite,
encarando as estrelas enquanto ele rasgou abaixo e builded para cima o Mundo.
Ele tinha montado para Vale de Cascavel com Argyl, e tinha gastado um grande
parte do dia lá com ela. Ele viu contagens de homens no trabalho com
raspadores, picos, e pás, e entendeu pouco bastante disso que
estavam sim. Ele montou com ela em uma cidade, uma cidade novíssima, de
vinte casas pequenas, limpas, tão semelhante quanto filas de ervilhas. Em um do
casas que ele trabalhou para Argyl, enquanto cruzando abaixo tapetes nos quartos vazios,
mobília comovente que ele teve uncrated na jarda. Este era ser ela
o acampamento de pai, ela lhe falou, onde ele teria que gastar uma parte logo
de cada semana que superintende o trabalho que Morcego que Truxton estava empurrando
adiante sete dias fora da semana. Então eles tinham montado casa afinal
junto, e ele tinha a deixado na casa, enquanto voltando o
currais com os dois cavalos. E agora, o trabalho do dia dele feito, ele fitou
às estrelas, rearranjando o universo.
Ele soube que ele era William Conniston, o filho de William Conniston de
Wall Street. Aquele fato estava inalterado, inalterável. Mas em algum novo
modo, vagamente diferente, não era o fato todos-importante que teve
sido. Ainda era algo que estar alegre de, algo que ele não era,
indo esquecer ou subestimar. Mas não era tudo.
Sentando só lá, o morto de tubo dele entre os dentes dele, Conniston grego
se feito muitas perguntas para as quais nunca tinham se sugestionado
o desvanecimento dele antes de. E ele lhes, um por um, respondeu sem medo
ou favor. Em o que ele era melhor que Brayley, que Dentudo até mesmo? Era ele
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