sendo compensado às custas dos sérvios gananciosos. Ele provavelmente teve
na mente dele o sucesso obteve na crise balcânica mais cedo em cima de
A Bósnia e Herzegovina. Ele vai em nos falar que ele não estava informado
sobre o que o Imperador estava pensando de durante a excursão dele dentro do norte
águas, mas que ele teve razão para acreditar que ele não se antecipou
perigo sério para a paz do mundo. E ele observa, como um
característica do Imperador que quando ele não era apreensivo de
perigo que ele se expressaria sem restrição sobre as tradições
dos antecessores ilustres dele, mas os assuntos de momento começaram a olhar
crítico os seus se tornaram um humor vacilante. O Almirante pensa que se o
Imperador não tinha deixado Berlim, e se a maquinaria de Governo cheia tivesse
estado no trabalho, meios poderiam ter sido achados pelo Imperador e o
Ministério de evitar o perigo de guerra. Como, porém, o Chefe do
Pessoal geral, a Cabeça do Pessoal de Almirantado, e o próprio Tirpitz seja
mantido longe de Berlim durante as semanas seguintes, o assunto foi controlado
somente pelo Chanceler que, não estando suficientemente em verdade
experimentado em grandes negócios europeus, não pôde calcular o
confiança desses que estavam o aconselhando no Escritório Estrangeiro.
[Ilustração: CONTA LEOPOLD BERCHTOLD
MINISTRO DE RELAÇÕES EXTERIOR DE ÁUSTRIA-HUNGRIA DE FEVEREIRO. 1912 PARA JAN.
1915.]
Von Tirpitz vai em dizer que em 11 de julho a Berlim que Escritório Estrangeiro teve
ouviu que o Entente tinha aconselhado render em Belgrado. O Chanceler,
ele declara, poderia ter provocado uma solução calma agora, mas,
convencido como era ele que o Entente não significou guerra, ele puxou o
conclusão míope que Áustria, sem considerar o Entente,,
possa forçar uma marcha na Sérvia e ainda possa não se arriscar a paz do mundo.
O otimismo dele era desastroso. No dia 13 de julho ele (o Chanceler) era,
de acordo com Tirpitz, informado dos pontos essenciais nos propuseram
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