Henry Melvill Gwatkin

A Controvérsia de Arian

	
poucos. Porém, muitos assinaram com misgivings, e alguns quase declaradamente como
uma formalidade para agradar o Imperador. 'A alma não é nenhum o pior para um
pouca tinta.' Não é uma cena agradável para o historiador.

[Sidenote: A carta de Eusebius.]

Eusebius de Caesarea foi desapontado extremamente. Em vez de dar um credo
para Cristandade, ele recebeu a confissão dele atrás em uma forma que no princípio
ele não pôde assinar nada. Havia um pouco de chão para a reclamação dele que,
debaixo de pretence de inserir a única palavra de essence_ de _one que nosso
Imperador sábio e religioso explicou tão admiravelmente, os bispos tiveram em efeito
preparado uma composição do próprio deles/delas. Era um documento venerável de
ortodoxia imaculada, e eles tinham posto mãos rudes em quase toda cláusula
disto. Em vez de uma confissão que afiançou o consentimento de todas as festas
não decidindo nada, eles forçaram nele uma condenação estrita, não,
realmente da própria convicção dele, mas de opiniões seguradas por muitos dos amigos dele,
e separou por nenhuma distinção lógica clara do próprio dele. Mas agora era
ele para assinar ou não? Eusebius não era nenhum dos hipócritas, e não vai
assine gaveta as dúvidas dele estavam satisfeitas. Ele nos fala lhes em uma carta para
as pessoas da diocese dele que ele escreveu debaixo do sentimento evidente que
a assinatura dele precisou de alguma desculpa. Primeiro ele dá a própria Cesariana deles/delas
credo, e protesta a aderência inalterada dele a isto. Então ele relaciona seu
aceitação unânime, sujeito à inserção da única palavra _of
um essence_ que Constantine explicou para ser dirigido contra
materializando e unspiritual vê da geração divina. Mas isto
emerso dos debates dentro assim alterou uma forma que ele não pudesse assinar isto
sem exame cuidadoso. A primeira dúvida dele estava a _of a essência de
o Father_ como o qual foi explicado não pretendeu insinuar qualquer materializando	

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