CAPÍTULO VIII
A SEGUNDA REUNIÃO
Pode ser pensado que enquanto eu fui empregado assim que eu tinha esquecido o
objeto de minha vinda para a Espanha, isto é vingar o assassinato de minha mãe no
pessoa de Juan de o Garcia. Mas isto não era assim. Tão logo como fui resolvido eu
na casa de Andrés de o Fonseca eu me fixei fazer investigações sobre
de o paradeiro de Garcia com todo possível diligência, mas sem resultado.
Realmente, quando eu vim considerar o coolly de assunto que parecia que eu tive
mas uma chance esbelta do achar nesta cidade. Realmente, ele tinha dado
isto fora em Yarmouth que ele estava rumo a Sevilha, mas nenhum porte de navio
o mesmo nome como seu tinha posto dentro a Cadiz ou tinha velejado para cima o Guadalquivir,
nem era provável isto, depois de ter cometido assassinato em Inglaterra que ele vai,
fale a verdade sobre o destino dele. Ainda eu procurei em. A casa
onde minha mãe e avó tinham vivido estava abaixo queimado, e como o deles/delas
modo de vida tinha sido aposentado, depois de mais de vinte anos de mudança,
poucos iguala se lembrado a existência deles/delas. Realmente eu só descobri um, um
mulher velha quem eu achei vivendo em pobreza extrema, e que tinha sido uma vez
o criado de minha avó e conheceu bem minha mãe, embora ela não era
na casa na hora do vôo dela para a Inglaterra. Desta mulher eu
colhido alguma informação, entretanto, desnecessário dizer, eu não lhe falei
que eu era o neto do amante velho dela.
Parecia que depois que minha mãe fugiu para a Inglaterra com meu pai, de o Garcia
perseguido minha avó e a tia dele com processos e através de outros meios,
cultive afinal ela foi reduzida a pobreza em qual condição o vilão
a deixado morrer. Tão pobre era ela realmente, que ela foi enterrada em um público
sepultura. Depois de que a mulher velha, meu informante, disse que ela tinha ouvido isso
de o Garcia tinha cometido algum crime e tinha forçado a fugir o país.
O que o crime era do que ela não pôde se lembrar, mas tinha acontecido aproximadamente
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