vindo do Rancho Laguna de la Merced, no lado de São Francisco,,
que uma mulher velha, enquanto respondendo à descrição da bruxa, teve
de repente se aparecido lá, e estava morando só em uma cabana em um do
regos inumeráveis, destituído e evitado por tudo. A Catalina e o bem
as mulheres do lugar nunca deixaram a idéia que o Mau a levou
fora na grande tempestade que deixou sua marca durando na face de Monte
Tamalpais.
* * * * *
Um ano passou, e Ysidria, aos cuidados do Pedirpozzo bom,,
completamente recuperado a saúde dela, e um dia feliz em Semana de Páscoa nós
foi se casado por Padre Andreas, a San Rafael, e nós fomos viver ao
rancho, com Catalina ainda como empregada, todos nós que sentimos como
pessoas economizaram de uma destruição e nunca esperando sofrer tal tristeza novamente.
Pela próxima Páscoa havia grande alegria ao rancho, e de tudo
o país veio meus amigos com as casas deles/delas para o batismo de
nosso filho. O dia estava gasto em jogos e festejando, e pela noite
Henrico, ou Quito, como nós o chamamos, foi tirado para ser brindado.
Havia muitas bonitas falas feitas, e a Catalina os levou tudo para
a mãe feliz.
Afinal de contas os convidados tinham ido, Pedirpozzo me conduziu aparte e no suave dele
modo, assim cheio de condolência, ele me contou o que o olho experiente dele tinha notado
quando pequeno Quito foi segurado antes da companhia no vela-luz--ele
me contado o que você já sabe da primeira de minha história--Quito era
desesperadamente a cortina.
Ainda nós vivemos estar todo contente e abençoar Deus, e minha querida esposa assim
misericordiosamente poupado a mim, ganchos minha mão apaixonado e condolência, quando eu
pense, mas não diga em voz alta, "Nosso Quito tem os olhos bonitos de
Ysidria."
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