Se para há pouco meio uma hora
'T vai dólares de ouro chuva."
Há pouco então a pequena cabana tremeu.
"Para-noite de vento forte; tem sorte por thee, Christchild que tu hast
ache abrigo e afortunado para mim que a noite que prometeu ser assim
entorpeça foi um muito alegre.
"Não esteja tão triste, menino,,
Se ela tratasse que thee desbastam,
O mundo está como um galinha-poleiro,
Tem pullets bastante bastante."
Crescimir deixou de cantar, para o Christchild parou de repente em seu
foliando, contemplando fixamente com o grande dele, desejando saber olhos no chão.
"Que see'st tu, pequeno?"
A criança apontou à porta e Crescimir viu dois fluxos pequenos de
água branca, espumosa que aflui de cada lado, e o chão estava coberto.
Crescimir colocou o Christchild depressa na mesa e começou
abra a porta, mas antes de ele alcançou isto, a casa tremeu como se em um
choque de terremoto e a porta se retiraram no quarto com um estrondo alto,
enquanto um volume de água fervendo lavou em cima disto quase o jogando ao chão
com sua força terrível. A água afluída pouco sai a jato pelo
rachas nas paredes e apressando na lareira apagaram as chamas
e esquerda o quarto em escuridão total.
A água subiu rapidamente e até que aquele Crescimir tivesse agarrado o
forma do pequeno convidado dele e abrindo um das janelas tinham puxado
ele com o custo dele no telhado, a inundação tinha alcançado o superior
faixas.
A cabana balançou para lá e para cá e todo momento parecia aproximadamente ser levado
de suas fundações. O Christchild fez nenhum são de medo e
Crescimir não pôde ver a face dele, contudo ele segurou a filial de cicuta longa
firmemente na pequena mão dele.
O telhado foi construído firmemente de troncos e pranchas assim no caso de a casa caiu
poderia ser usado como uma balsa e Crescimir que mostra toda sua força
puxado dos lados que as tábuas planas que seguraram isto fixaram para a cabana.
Como a inundação subiu mais alto, ele levou o Christchild e mentindo abaixo dentro o
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