ocorrências e lendas. Levar um único exemplo: a conta de
o queimar de Bergthorsknoll na Saga de Njal não só é um pedaço de
escritura descritiva que para força vívida, simples e perspicácia é escassamente
para ser emparelhado fora de Homer e a Bíblia, é também obviamente verdade. Nós
sente como lemos nós, que nenhum homem pudesse ter inventado aquela história, entretanto alguns,
grande skald lançaram isto em forma. Que o conto é verdade, o escritor de
"Eric" pode testemunhar, para, saga em mão, ele seguiu todo ato do
drama em seu mesmo local. Lá ele que cava em baixo da superfície do
montículo só que olha por planície e mar para Ilhas de Westman pode acalmar
rastros de achado do queimar, e vê o que parece ser a areia preta
com que as mãos de Bergthora e as mulheres dela espalharam o térreo
pavimente uns novecentos anos atrás, e até mesmo o gorduroso e coagulado
restos do soro que eles lançaram na chama para extinguir isto. Ele pode
descubra os lugares onde Fosi preparou os homens dele onde Skarphedinn morreu,
cantando enquanto as pernas dele estavam queimadas de fora ele, onde Kari saltou de
a ruína flamejante, e o dell no qual ele colocou resto--a todo
em resumo, pise a verdade da narrativa fica mais óbvia. E ainda
o conto foi somado, para, a menos que nós possamos acreditar que algum humano
seres são talentosos com segunda visão, nós não podemos aceitar como verdadeiro o
visão profética que veio a Runolf, o filho de Thorstein,; ou que de Njal
quem, na noite da arremetida, como Theoclymenus na Odisséia,,
visto a tábua inteira e as carnes nisto "um escorna de sangue."
Assim, no romance escandinavo agora oferecido ao leitor, o conto de Eric,
e as ações dele seriam verdades; mas o sonho de Asmund, a feitiçaria de
Swanhild, o incidente da cabeça que fala, e as visões de Eric
e Skallagrim, deveria a origem deles/delas à imaginação de sucessivo
gerações de skalds; e, finalmente, no décimo quinto ou décimo sexto
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