que de certos modos era superior para e mais poderoso que o corpo,
desde que os monarcas egípcios são representados freqüentemente como fazendo oferecimentos para
o próprio _Kas_ deles/delas como se estes eram deuses. Novamente, na história de "Setna
e o Livro Mágico", traduziu por Maspero e por Sr. Flinders Petrie
nos "Contos egípcios" dele, o _Ka_ faz um papel muito distinto de seu próprio.
Assim o marido é enterrado a Memphis e a esposa em Koptos, contudo o
_Ka_ da esposa vai viver no centenas de tumba do marido dela de milhas
fora, e conversa com o príncipe que vem roubar o livro mágico.
Embora eu não conheço nenhum precedente atual por isto, no caso de um
particularmente poderoso Dobre, como era determinado neste romance para Rainha
Neter-Tua pelo pai espiritual dela, Amém, o maior do egípcio
deuses, parece, então, legitime para supor que para economizar
o dela da abominação de um matrimônio forçado com o tio dela e ela
o assassino de pai, o _Ka_ seria permitido se antecipar assuntos um
pequeno, e fazer o papel registrado nestes páginas.
Porém, não deve ser entendido que o fato de matrimônio com um
tio teria chocado a mente egípcia, desde estas pessoas, e
especialmente as Casas reais deles/delas, fez um hábito de se casar o próprio deles/delas
os irmãos e irmãs, como neste conto Mermes se casam a meia-irmã Asti dele.
Eu posso somar que há autoridade para a imagem de waxen mágica que o
feiticeiro Kaku e o cúmplice dele encantavam Pharaoh. Pelos dias de
Rameses III., mais de três mil anos atrás, um enredo foi feito assassinar
o rei em prosseguimento do qual tais imagens eram usadas. "Deuses de cera. .
. . . . por enfraquecer os membros das pessoas" das quais eram grandes crimes"
morte, a grande abominação da terra." Também um certo rolo mágico""
foi trazido em jogo que permitiu seu usuário a "empregar os poderes mágicos
dos deuses."
Ainda, o fim destes feiticeiros não estava encorajando a outros, porque eles
foi achado culpado e obrigou levar as próprias vidas deles/delas.
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