fora isto. Então ela não se lembrou de nada mais adiante, exclua um som de gritos
e de martelar pesado à porta de cobre.
Quando ela recuperou que era se achar na casa de Mermes com
a senhora Asti a se agachando e lamentando.
"Por que você lamenta, Enfermeira?" ela pediu, enquanto "vendo que eu esteja seguro?"
"Eu lamento para meu filho, Princesa", que ela respondeu entre os soluços dela.
"Ele é morto das feridas dele, então, Asti?"
"Não, Estrela d'alva de O, ele mente doente na câmara dele. Mas logo Pharaoh vai
o mata porque ele a conduziu que será a Rainha de Egito em grande perigo
da vida dela."
"Não assim", disse Tua, enquanto pulando para cima, "porque ele economizou minha vida."
Como ela falou a porta aberta e em veio o próprio Pharaoh, que tinha sido
chamado apressadamente do palácio. A face dele era branca e ele tremeu com
tema, para isto tinha sido informado a ele que a única criança dele foi submergida.
Quando ele viu que ela viveu e estava nem mesmo lesão, ele não pôde conter
a alegria dele, mas lançando os braços dele sobre ela, afundou aos joelhos dele dando obrigado
para os deuses e os espíritos guardiões. Ela o beijou, e estudando o seu
enfrente com os olhos sábios dela, perguntou por que ele tinha tanto medo.
"Porque eu pensei que você tinha sido matado, minha filha."
"Por que você pensou que, O meu pai, vendo que o grande deus, Amém,
antes de eu fui prometido sempre me proteger, entretanto é verdade que
se não tivesse sido para Rames----"
Agora à menção deste nome Pharaoh estava cheio com raiva.
"Não fale daquele rapaz mau", ele exclamou, "agora ou já mais, porque ele
será açoitado até que ele morra!"
"Meu pai", Tua respondido, enquanto pulando para cima, "esqueça dessas palavras, para se
Rames morre eu também morrerei. É eu que é culpar, não ele, para meu
Ka me advertiu não olhar na besta, mas para Rames nenhum raio de Ka.
Além disso, quando aquele deus de mal teria me comido que era Rames que lutou
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