testa com o selo real que firmou isto, deu isto a Rames. Com
dedos trêmulos ele quebrou o selo e lá dentro da posição feito de linho um
anel que durante alguns anos, como soube Rames, Tua tinha usado no primeiro
dedo da mão direita dela. Era volumoso e de ouro claro, e no
bezel disto estava cortado o símbolo do sol, em qualquer lateral de qual ajoelhou
um homem e uma mulher coroaram com a coroa dobro de Egito, e segurando
nas mãos direitas deles/delas o Sinal dado laçada de Vida para cima a qual eles estiraram
para a glória do sol.
"Você sabe quem usou aquele anel em últimos dias longos?" Asti perguntada de Rames
que apertou isto aos lábios dele.
Ele tremeu a cabeça dele que se lembrou de só aquele Tua tinha usado isto.
"Era seu antepassado e mina, Rames, a última das regras reais de
nossa linha que reinou em cima do Egito e também em cima da Terra de Kesh. Um
enquanto atrás os embalsamadores re-vestiram o corpo divino dele na tumba, e o
Princesa que estava lá presente com seu pai e mim puxou isto
toque fora a mão morta dele e ofereceu isto a Mermes que não levaria isto,
vendo que é um sinete real. Assim ela usou isto ela, e agora para
as próprias razões dela que ela envia isto a você, talvez lhe ceder autoridade,
Kesh onde aquele selo poderoso é conhecido."
"Eu agradeço a Rainha", ele murmurou. "Eu sempre usarei isto."
"Então deixou isto estar em seu peito até que você passasse a fronteira, para que não
alguns deveriam pedir perguntas que você ache isto duro responder. Meu filho", ela,
ido depressa em, "você ousa amar esta rainha nosso."
"Em verdade faço eu, Mãe. Não o feito, quem sabem tudo, saiba isso?
Também é sua falta para cima que nos reuniu."
"Não, meu filho, a falta dos deuses que decretaram assim. Mas--faz ela
o ame?"
"Você sempre está com ela, Mãe, lhe pergunta o, se você precisa perguntar.
Pelo menos, ela me enviou o próprio anel dela. Oh! Mãe, Mãe, a vigia
noite e dia, para se dano vier a ela, então eu morro. Mãe, rainhas,
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