nada, mas o desempenho dele era muito mais impressionante. Consistiu dentro
encarando o céu oriental que estava perfeitamente claro de nuvem e
todo acenando de vez em quando a isto com o dedo dele, se ficando redondo então,
apontar com a azagaia para o rival dele. Durante algum tempo eu olhei para ele
em silêncio. Ele era um homem seco curioso, aparentemente mais de cinqüenta anos,
de idade, com mãos magras que pareciam tão duras quanto arame. O nariz dele era muito
mais afiado que é habitual entre estas raças, e ele teve um hábito esquisito de
segurando a cabeça dele lateralmente como um pássaro quando ele falou, o qual, em
adição para o humor que espreitou no olho dele, lhe deu um mais cômico
aparecimento. Outra coisa estranha sobre ele era que ele teve um único
fechadura branca de cabelo entre a lã preta dele. Afinal eu falei com ele:
"Indaba-zimbi, meu amigo", que eu disse, "você pode ser um bruxa-doutor bom, mas
você é certamente um bobo. Não é nenhum acenando bom no céu azul enquanto
seu inimigo está adquirindo um começo com a tempestade."
"Você pode ser inteligente, mas não pensa que você sabe tudo, homem branco", o
companheiro velho respondeu, em uma voz alta, rachada, e com algo como um
sorriso.
"Eles o chamam Ferro-língua", eu fui em; "você teve uso melhor isto, ou o
Diabo de tempestade não o ouvirá."
"O fogo de sobre corridas abaixo ferro", respondeu ele, "assim eu mantenho minha língua
quieto. Oh, sim, o deixe amaldiçoar fora, eu o tirarei agora. Olhar
agora, o homem branco."
Eu olhei, e no céu oriental lá cultivou uma nuvem. No princípio era
pequeno, entretanto muito preto, mas juntou com rapidez extraordinária.
Isto era bastante estranho, mas como eu tinha visto a mesma coisa acontecer antes disto
não me surpreenda particularmente. Está por nenhum meios incomum na África
para dois temporais vir no mesmo tempo de pontos diferentes
da bússola.
"Você teve melhora em, Indaba-zimbi", eu disse, "a tempestade grande está vindo
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