amor. Nós tínhamos sido junto toda a manhã, mas depois do jantar Sr. Carson
estava tão indisposto que Stella parou dentro com ele. A ceia nos encontramos nós novamente,
e depois de ceia, quando ela tinha posto pequeno Tota, a quem tinha crescido ela
muito prendeu, para cama, saímos nós, enquanto deixando Sr. Carson que cochila no
sofá.
A noite estava morna e graciosamente, e sem falar nós caminhamos para cima o
jardim para o arvoredo laranja e se sentou em uma pedra. Havia um pouco
brisa que tremeu as pétalas das flores laranja em cima de nós em chuvas,
e agüentou a fragrância delicada deles/delas longe e largo. Silêncio reinou ao redor de,
só quebrado pelo som das cachoeiras cadentes para as que agora morreram um
murmúrio lânguido, e agora, como a brisa oscilando virada, prosperou ruidosamente
em nossas orelhas. A lua não era contudo visível, mas já as nuvens escuras
que flutuou pelo céu sobre nós--para lá tinha sido chuva--mostrou
um brilho de prata, nos falando que ela lustrou brightly atrás do cume.
Stella começou a falar nela baixa, suave voz, enquanto falando comigo dela
vida na selva, como ela tinha crescido amar isto, como a mente dela teve
ido em de idéia para idéia, e como ela pintou o grande mundo apressando
que ela nunca tinha visto como foi refletido a ela dos livros que
ela tinha lido. Era uma visão curiosa de vida que ela teve: coisas eram
fora de proporção para isto; estava mais como um sonho que uma realidade--um
miragem que a face atual de coisas. A idéia de grandes cidades, e
especialmente de Londres, teve um tipo de fascinação para ela: ela pôde
escassamente perceba a pressa, o rugido e se apressa, as multidões duras de homens
e mulheres, estranhos para um ao outro, que buscam febrilmente para riqueza e
prazer em baixo de um céu escuro, e andando um ao outro abaixo na fúria
da competição deles/delas.
"Para o que é tudo?" ela perguntou seriamente. "O que buscam eles? Tendo assim
poucos anos para viver, por que eles os desperdiçam assim?"
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