hilted de ouro, ainda os ossos da mulher eram adornados com colares caros
e jóias, e na mão dela um salto de livro estava ainda em folhas de
prata. Benita levou isto e olhou para isto. Era formosamente um missal
iluminado, o qual indubitavelmente a senhora pobre tinha estado lendo quando a
comprimento que ela afundou exausto no sono de morte.
"Veja o Deus Ferreira e a esposa" dele, disse o Molimo "quem o deles/delas
a filha se deitou assim antes de ela fosse os unir." Então, a um movimento de
Benita, ele os cobriu novamente para cima com os panos dourados deles/delas.
"Aqui eles dormem", ele entrou em na voz cantando dele, "cem e
cinqüenta e três deles--cem e cinqüenta e três; e quando eu sonho
à noite, neste lugar eu vi os fantasmas de todo um deles
surja de ao lado das formas deles/delas e venha, enquanto planando abaixo a caverna--o
marido com a esposa, a criança com a mãe--olhar para mim, e
pergunte quando os lucros iniciais novamente levar a herança dela e os dar
enterro."
Benita estremeceu; a atrocidade solene do lugar e cena oprimiu
o dela. Ela começou a pensar que ela, também, viu esses fantasmas.
"É bastante", ela disse. "Nos deixe vai."
Assim eles foram, e o Cristo lamentável, agonizado na cruz a qual
ela olhou de vez em quando em cima do ombro dela, enfraquecido a um borrão branco,
então desaparecido fora na escuridão por qual, de geração para
geração, manteve seu relógio sobre o morto, esse morto que no deles/delas
desespere uma vez tinha chorado a isto para clemência, e orvalhou seus pés com lágrimas.
Contente, oh! contente era ela quando ela tinha partido que isso assombrou lugar atrás dela,
e viu a luz saudável novamente.
"O que viu você?" perguntado para o pai dela e Meyer, em uma respiração, como eles
notado o branco dela e amedrontou face.
Ela afundou em um assento de pedra à entrada da caverna, e antes de ela
poderia abrir os lábios dela que o Molimo respondeu por ela:
"A moça viu o morto. O Espírito que vai com ela deu
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