H. Rider (Henry Rider) Haggard

O Desejo do Mundo

	
onde ele caminhou. Ainda, como ele se levantou pela porta do fane onde ele teve
queimou tantos um sacrifício, a comprimento ele espiou uma luz que brilha do
janelas de uma grande capela pelo mar. Era o Templo de Afrodite,
a Rainha de Amor, e da porta aberta um doce savour de incenso e
uma chama dourada apressou adiante até que eles estivessem perdidos na prata do
bebida alcoólica e no cheiro salgado do mar. Para lá o Vagante foi
lentamente, para os membros dele estava balançando com cansaço, e ele era meio dentro
um sonho. Ainda ele se escondeu cunningly na sombra de uma avenida longa
de murtas, porque ele adivinhou que os mar-ladrões estavam mantendo se divirta dentro
o santuário abandonado. Mas ele ouviu nenhum são de cantar e nenhum passo de
pés dançando dentro do fane da Deusa de Amor;  o enredo sagrado
da deusa e as capelas dela estava calado. Ele hearkened por algum tempo, e
assistido, cultive afinal ele levou coragem, puxou perto das portas, e entrou
o lugar santo. Mas no alto, braseiros de bronze não havia nenhum faggots
queimando, nem estava lá tochas iluminado nas mãos dos homens dourados
e empregadas, as imagens que estavam dentro do fane de Afrodite. Ainda, se
ele não sonhou, nem leva luar para fogo, o templo foi tomado banho dentro
chuvas de ouro por um esplendor de chama. Nenhum poderia ver seu centro nem
sua fonte;  nem não pulou do altar nem a estátua do
deusa, mas estava em todos lugares iminente, uma glória não deste mundo, um fogo
untended e unlit. E as paredes pintadas com as histórias dos amores
de homens e deuses, e os pilares de carven e as vigas, e o telhado de
verde, era luminoso com fogo flamejante!

A este o Vagante tinha medo, enquanto sabendo que um imortal era à mão;
para as vindas e andamentos dos deuses foi assistido, como tinha visto ele,
por esta luz maravilhosa de fogo sobrenatural. Assim ele dobrou a cabeça dele, e escondeu
a face dele como ele sentou pelo altar no mais santo do santuário santo, e
com a mão direita dele ele agarrou os chifres do altar. Como sentou lá ele,	

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