Cleopatra protestou ruidosamente a mim e outros que aquele Serapion tinha agido
contra o testamento dela. Ainda Charmion me falou que, como com Allienus, estava
por causa de uma profecia de Dioscorides o azarado que a própria Rainha
tinha ordenado Serapion secretamente assim fazer. Ainda, isto não economizou
Serapion, para provar a Antony que ela era inocente que ela arrastou o
Geral do santuário e o matou. Aflição é a esses que levam
fora o testamento de tiranos se a balança deveria se revoltar contra eles! E assim
Serapion pereceu.
Enquanto isso todas as coisas foram bem conosco, para as mentes de Cleopatra e
esses sobre ela estavam no estrangeiro tão fixos em negócios que ela nem
eles pensaram em revolta em casa. Mas dia a dia nossa festa juntou
força nas cidades de Egito, e até mesmo em Alexandria para a qual é
Egito como outra terra, todas as coisas que estão lá estrangeiro. Dia a dia, esses
que duvidou foi ganho em cima de e jurado à causa por aquele juramento que
não pode ser quebrado, e nossos planos de ação se deitaram mais firmemente. E todo
outro dia que eu fui adiante do palácio para levar deliberação com meu tio
Sepa, e lá na casa dele conheceu o Nobles e os grandes padres que
era para a festa de Khem.
Eu vi muito de Cleopatra, a Rainha, e eu já foi surpreendido mais a
a riqueza e esplendor da mente dela que para riqueza e variedade
era como um pano tecido de ouro que atrasa todas as luzes de seu mudar
face. Ela me temeu um pouco, e então desejou fazer um amigo de
eu, me perguntando de muitos assuntos que pareciam estar além da província de,
meu escritório. Eu também vi muito da Senhora Charmion--realmente, ela já era a
meu lado, de forma que mim escasso soube quando ela veio e quando ela foi. Porque ela
puxe perto com aquele passo macio seu, e eu viraria achar
o dela à mão e me assistindo em baixo das chicotadas longas dela abatido
olhos. Havia nenhum serviço que era muito duro para ela, e nenhuma tarefa também
muito tempo; durante dia e noite ela labutou para mim e para nossa causa.
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