mais alto expresse, "Você viveu todos sua vida lá, não o tenha, Sr.
Quatermain?"
"Eu penso bastante que sua mãe teria razão--sobre o doutor, quero dizer" eu, eu
dito.
"Você _say_ que, mas você não faz _believe_ isto. Oh! você é mesmo
transparente, Sr. Quatermain--pelo menos, para mim."
Assim, apressadamente bastante, para estes assuntos parecia ser incômodo,
até mesmo perigoso de certo modo, eu comecei a falar da primeira coisa aproximadamente
África da que eu me lembrei--isto é, da lenda da Flor Santa que
era cuidadoso por um macaco enorme do qual eu tinha ouvido falar de um homem branco que era
suposto para estar bastante furioso, que era conhecido sob o nome de Irmão John. Também eu
lhe falou que havia algo nisto, como eu tive comigo um espécime de
a flor.
"Oh! mostre isto para mim", ela disse.
Eu respondi que eu temi que eu não pude, como foi prendido fora em uma caixa forte dentro
Londres, onde eu estava devolvendo no amanhã. Porém, eu prometi
a envie um vida-de tamanho água-colour puxando do qual eu tinha causado vários
ser feito. Ela me perguntou se eu fosse procurar esta flor, e
Eu disse que eu esperei assim se eu pudesse fazer os arranjos necessários. Logo
ela me perguntou se lá chanced para ser qualquer outra indagação africana em qual
Eu tinha fixado minha mente. Eu respondi que havia vários. Por exemplo, eu
tinha ouvido vagamente por Irmão John, e indiretamente de um ou
duas outras fontes, da existência de uma certa tribo em Leste Central
África--árabes ou semi-árabes--foram informados que para adorar uma criança que
sempre permanecido uma criança. Esta criança, eu levei isto, era um anão; mas como eu
estava interessado em alfândegas religiosas nativas nas quais eram infinitas o deles/delas
variedade, eu deveria gostar muito de descobrir a verdade do assunto.
"Falando de árabes", ela arrombou, "eu lhe contarei uma história curiosa. Uma vez
quando eu era uma pequena menina, oito ou nove anos de idade--era logo antes
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