"Veja o destino dele que atira ao corço e bate a corça. Bem, eu
sempre disse que assassinato é um jogo perigoso, desde que chamadas de sangue fora
para sangue", pensamento Metem como ele montou para a barraca.
A sua porta o rei estava de pé Ithobal que parecem muito enorme e mal-humorado dentro o
luz solar. Metem desmontou e se prostrou obsequiosamente.
"O Rei possa viver para sempre", ele disse, "o grande Rei, o Rei para quem,
todos os outros reis da terra são como os pequenos deuses a Baal, ou o
estrelas lânguidas para o sol."
"Suba, e cesse de lisonjas", disse Ithobal brevemente; "Eu posso ser
maior que os outros reis, mas pelo menos você não pensa isto."
"Se o rei diz assim, assim deixe ser", Metem respondido calmamente. "Uma mulher
lá no mercado-lugar me falou que o rei desejou comerciar para
minha mercadoria. Assim eu trouxe o melhor disto; bens inestimáveis que
o qual muita labuta que eu levei para cá de Pneu", e ele apontou o
dois camelos carregados com os artigos inferiores que ele tinha comprado, e
começado a ler o número e descrição dos bens das tabletes dele.
"Que valor fixa você no todo deles, comerciante?" Ithobal perguntado.
"Para os comerciantes do país tanto, mas para você, Rei de O, tanto,
só", e ele nomeou uma soma duas vezes que que ele tinha pagado na cidade.
"Assim seja", Ithobal consentido indiferentemente; "Eu não pechincho em cima de mercadorias.
Embora seu preço seja grande, agora meu tesoureiro o pesará fora
o ouro."
Havia a pausa de um momento, então Metem disse:--
"As árvores neste acampamento seu agüentam fruta má, Rei de O. Se eu posso
pergunte, por que faz aquele pequeno declive de macaco preto lá."
"Porque ele tentou assassinar com as setas envenenadas" dele, respondeu
Sullenly de Ithobal.
"E falhou? Bem, o tem que confortar pensar que ele falhou se ele
era do número de seus criados. É agora estranho que algum valete
desconhecido tentou assassinato ontem à noite nos jardins de palácio, também com
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