H. Rider (Henry Rider) Haggard

Um Deus Amarelo: um Ídolo de África

	
com olhos doloridos ele calou o volume manchado e esfarrapado, e a
último, da mesma maneira que o dia estava raiando, durma.

A onze horas naquela mesma manhã, porque ele tinha dormido tarde, o Alan subiu
do café da manhã dele e foi fumar o tubo dele à porta aberta do
corredor velho bonito em Yarleys que era clad com Elizabethan marrom
carvalho para o qual qualquer negociante teria dado centenas de libras. Era um
manhã encantadora, um desses que às vezes entram a nós em um inglês,
Abril quando o ar é macio assim de Itália e o cheiro da terra
elevações assim de incenso, e pouco nubla flutue à toa por um céu
de oferta azul. De pé assim ele olhou fora no parque onde os olmos
já mostrado uma cor de verde e os cinza-brotos seja preto de carvão. Só
as nozes e os grandes carvalhos, alguns deles pollards de mil
anos de idade, permanecido totalmente e duro no vestido de inverno deles/delas.

O Alan estava em um humor refletivo e involuntariamente começou a desejar saber quanto
dos antepassados dele tinha se levantado naquela mesma mancha em tais manhãs de abril
e olhou fora nessas árvores idênticas que acordam na respiração de
fonte. Só as árvores e a paisagem souberam, essas árvores que tiveram
visto todo um deles agüentado a batismo, para boda e para enterro. O
os homens e mulheres das que eles foram esquecidos. Os retratos deles/delas, cada no
traje do dele ou a geração dela, pendurou aqui e lá nas paredes do
casa antiga que uma vez eles tinham possuído ou tinham habitado, mas que se lembrou
qualquer coisa deles para-dia? Em muitos casos que os nomes deles/delas igualam estava perdido, para
acreditando que eles, tão importante pelo tempo deles/delas, nunca poderia afundar em
oblivion, eles não tinham pensado isto necessário os registrar no deles/delas
quadros.

E agora a coisa estava se acabando. A menos que em deste modo ou nisso
ele poderia salvar isto, o que permaneceu do lugar velho, para as terras periféricas,
tido muito tempo desde sido vendido, tem que ir para o martelo e tem que se tornar a propriedade	

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