eles seguro."
"Eu não temo, Chefe, há honour em seus olhos."
*****
Algumas horas depois, Owen, montado na mula dele, estava montando pelo
engula, guarda em frente a e atrás dele, e com eles os portadores que
tinha sido enviado agüentar a bagagem dele. Ao lado dele o discípulo dele caminhou o John,
e a face dele estava triste.
"Por que você está imóvel amedrontado?" Owen perguntado.
"Ah! gere, porque este é um lugar de medo. Aqui nestes homens de vale
é conduzido para morrer; agora você verá."
"Eu vi", Owen respondido. "Lá onde nós pararemos é um monte,
e naqueles postos de monte uma árvore; é chamado a Árvore de Morte, e isto
extensões mil mãos para Céu, rezando para clemência que não faz
venha, e de seus ramos lá fruta de declives, uma fruta de homens mortos--sim,
vinte deles penduram este dia lá."
"Como o conheça estas coisas, meu pai", perguntaram para o homem pasmado, enquanto "vendo
que eu nunca falei com você deles?"
"Não", ele respondeu, "Deus falou comigo. Meu Deus e seu Deus."
Outra hora passada, e eles estavam descansando antes da primavera de água, próximo,
para a sombra da árvore terrível, para naquele desfiladeiro queimou o sol
fiercely. John contou os corpos que balançaram nisto, e novamente olhou
medrosamente a Owen, para lá eram vinte deles.
"Eu desejo subir aquela árvore", Owen disse ao guarda.
"Como você vá, Mensageiro", respondeu para o líder deles/delas; "Eu não tenho nenhuma ordem para
lhe impeça de fazer assim. Ainda", ele somou com um sorriso solene, "é
um lugar que poucos busque do próprio testamento deles/delas, e, porque eu o gosto bem,
Mensageiro, eu rezo nunca pode ser meu dever para o conduzir lá do
rei é ir."
Então Owen subiu a árvore e John com ele, só John não vai
passe em baixo da sombra de suas filiais; mas se levantou desejando saber, enquanto
o mestre dele saltou um lenço sobre a boca dele.
"Como ele soube que a respiração da árvore é venenosa?" John
desejado saber.
Owen caminhou ao bole da árvore, e quebrando fora alguns do
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