ouvido para falar bem da fé nova, e reconhecer que o deus de
fogo que ele tinha adorado era um falso deus. Ele também era humilde para
o rei, mas ele almejou para se retirar de todos os assuntos do
Declara, enquanto dizendo que agora ele teve mas um desejo--tender os rebanhos dele e
ajardine, e envelhecer em paz com a esposa nova quem ele tinha escolhido
e quem ele amou. Também, Owen que ele cumprimentou cortesmente quando ele o conheceu,
lhe enviando presentes de milho e gado para o serviço da igreja dele.
Além disso, quando um mensageiro veio de Hafela, enquanto fazendo propostas a ele, ele,
o afugentado e pôs o assunto antes do conselho do rei. Ainda
aquele mensageiro que foi caçado da aldeia cercada levou de volta uma palavra secreta
para a orelha de Hafela.
"Sempre não é nenhum inverno", era a palavra, "e pode chance que em
a estação da primavera que você terá notícias de mim." E novamente, "Diga ao Príncipe
Hafela que entretanto minha face para ele está como uma tempestade, contudo atrás do
nuvens que o sol já lustra."
A comprimento lá veio um dia quando Noma, a esposa dele, foi trazido a cama.
Hokosa, o marido dela, cuidou dela só, e quando a criança nasceu
ele gemeu em voz alta e não a sofreria olhar em sua face. Ainda,
se erguendo, ela viu.
"Eu não lhe falei era amaldiçoado?" ela lamentou. "Leve embora!" e
ela afundou atrás em estado de desmaio. Assim ele levou a criança, e enterrou isto fundo dentro
o gado-jarda de noite.
Depois disto ocorreu aquele Noma que, entretanto a mente dela possuiu o balanço
de seu, nunca tinha o amado em cima de muito, odiou o marido dela Hokosa. Ainda ele
teve este poder em cima dela que ela não o pudesse deixar. Mas ele a amou
cada vez mais, e ela teve este poder em cima dele que ela sempre pôde
o atraia a ela. Grande como a beleza dela alguma vez tinha sido, depois do nascimento de
a criança cresceu maior dia a dia, mas era uma beleza má, o
beleza de uma bruxa; e este destino caiu nela, que ela temeu a escuridão
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