eu penso! Se eu envio homem-a-braços que ele ouvirá falar disto e se escapulirá. Não feito
Senhor Andrew velho bom o chama uma cobra? Agora, onde esta menina é, Véspera Vermelha?"
"Em santuário, Majestade, na Igreja de Templo em Dunwich", o Hugh respondido.
"Ah, e ela é agora uma grande herdeira, para você matou o irmão dela, e
Acour, embora ele tem posses largas em várias terras, já era um
esbanjador e profundamente em dívida. Não, ele não partirá a menos que ele possa adquirir
a menina; e Senhor Andrew velho a vigiará bem com o poder de
a Igreja, e com o próprio braço certo dele se for necessário, porque ele ainda é mais
cavaleiro que o padre. Assim não há nenhuma pressa. Me conte tudo que você conhece isto
história, Hugh de Cressi, não omitindo nada, porém pequeno. Não, tenha nenhum
tema, se você pode atestar lá para seu companheiro, todos nós nesta câmara
é leal para a Inglaterra. Fale, homem."
Assim o Hugh começou e contou o de Cressis e o Claverings e o deles/delas
feudo, e de como ele e Véspera sempre tinham amado um ao outro. Ele contou de
a reunião deles/delas nas canas de Charco de Blythburgh, e da morte de John
de Clavering à mão dele e dos outros à mão de Dick Cinzento, e
da fuga de Acour da quarta seta. Ele contou como ele e Véspera
tinha nadado o Blyth entretanto em inundação que o gelo lhes cortou, e escondeu no
pântano enquanto o Dick Cinzento desviou o Claverings, e veio seguro afinal para
santuário. Ele contou como a carta de Acour tinha sido ganha do mensageiro dele
pela malícia leal de Senhor Andrew. Ele contou a penitência que Senhor Andrew teve
se deitado neles por causa do sangue de novo-abrigo de John Clavering, do
vôo de Dunwich e o tiroteio dos cavalos dos homens de Clavering,
e do passeio deles/delas para Londres e para Windsor. Ele contou tudo, economize
só o conto do no qual Senhor Andrew tinha visto longe na Casa de Murgh
Catay.
Quando afinal ele tinha terminado, e entretanto era muito tempo lá nenhum cresceu
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