tem que pegar a maré. Também eu não pude deixar Aar até que eu tinha visto Olaf
e Iduna se casou."
"Iduna e Olaf podem se casar sem sua ajuda. Leva dois para fazer um
matrimônio, não três. Eu vejo bem que você deve amor e lealdade a Olaf,
que é seu nutrir-irmão e economizou sua vida, mas você deve algo
para você também. Eu peço Odin que esta loucura pode não o ter valido seu
domínio. Fortuna é uma moça que não agüentará desprezando."
"Eu conheço isto", Steinar respondido, e havia algo estranho em seu
voz. "Me acredite, eu não desprezo fortuna; Eu a sigo dentro meu próprio
moda."
"Então é uma moda furiosa", murmurou meu pai, e caminhou fora.
Volta a mim que buscou alguns dias isto que eu vi o
fantasma do Vagante que se levanta no montículo sério dele. Aconteceu assim.
Em uma certa tarde eu tinha estado montando só com Iduna que era
uma grande alegria para mim, entretanto eu teria caminhado mais cedo, para então mim pôde
segurou a mão dela, e talvez, se ela tivesse sofrido isto, a beijou. EU
tinha recitado a ela um poema que eu tinha feito para a comparando à deusa
Iduna, a esposa de Bragi, ela que vigiou as maçãs de mocidade imortal
whereof os deuses têm que comer ou têm que morrer, ela de quem artigo de vestuário era a primavera,
tecido das flores nas que ela pôs quando ela escapou de inverno
aperto gigantesco. Eu penso que era um poema muito bom de seu próprio tipo, mas
Iduna parecia ter gosto pequeno para poesia e saber pouco do
deusa adorável e as maçãs dela, embora ela sorriu docemente e agradeceu
eu para meus versos.
Então ela começou a falar de outros assuntos, especialmente de como, depois que nós
era se case, o pai dela desejou fazer guerra em outro comandante e para
agarre a terra dele. Ela disse que era por isto que ele tinha sido
tão ansioso formar uma aliança com meu pai, Thorvald, como tal um
aliança o teria certeza de vitória. Antes daquele tempo, ela me falou
que ele, Athalbrand, tinha pretendido a se casar com outro senhor para isto
|