eu. Com a finalidade da história que eu estou fixando abaixo isto importa
pequeno, desde, embora eu sei bastante para estar seguro que as pessoas
interessado na vida de Olaf estava a maior parte igual a esses
interessado na vida de Vagante, as histórias deles/delas permanecem bastante distintas.
Então, eu proponho deixar isso do Vagante, tão longe como sei eu
isto, não contado, selvagem e romântico como parece ter sido. Porque ele tem que ter
sido um grande homem, este Vagante que nas idades cedo do do norte
mundo, puxado pelo ímã de alguma encarnação egípcia prévia, sem dinheiro,
atrás para essas terras sulistas com que o espírito informando dele já era
tão familiar, e por isso ganhou casa novamente para o lugar onde ele nasceu,
só morrer. Considerando este sonho que Olaf sonhou, deixe ser
se lembrado, então, que embora mil, ou talvez quinze cem, de
nossos anos terrestres nos separaram de um ao outro, o Vagante, em de quem
tumba que eu quebrei ao aferroar de Iduna, e eu, Olaf, realmente era o mesmo
sendo vestido em formas diferentes de carne.
Voltar a meu sonho. Eu, Olaf, ou, bastante, meu espírito, morando dentro o
O corpo de vagante que corpo que eu tinha visto há pouco mentindo na sepultura,
se levantado à noite um grande columned construindo, o qual eu soube ser
o templo de algum deus. A meus pés ponha uma bacia de água clara; o
faça serão que quase era tão luminoso quanto isso de dia mostrou para mim meu
reflexão na água. Era gosta a isso do Vagante como tive eu
o visto mentindo no caixão de carvalho dele no montículo, só mais jovem que ele teve
parecia estar no caixão. Além disso, ele usou a mesma armadura que o
homem no caixão usou, e ao lado dele pendurado o vermelho, cruz-controlou
espada. Lá ele se levantou no templo só, e olhou por uma planície,
verde com colheitas em qual sentou duas imagens poderosas tão alto quanto alto anseia,
olhado para um grande rio em de quem bancos cultivou árvores como eu nunca teve
visto: árvores altas, diretas, sobrepujadas por uma coroa dura de folhas.
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