dos navios de Athalbrand, as pessoas dele e o próprio Athalbrand que são fixo
undermost. Então neles nós fixamos o morto de Thorvald, Thorvald, meu
gere, e o filho Ragnar dele, meu irmão, salte à mastreação no deles/delas
pés. Este terminado, com grande labute nós arrastamos o navio em para alto
fundamente, e sobre isto construiu um montículo poderoso de terra. Durante vinte dias
nós labutamos à tarefa, cultive afinal era acabado e o morto seja
escondido para sempre em baixo disto. Então nós separamos para nossas casas e lamentamos um
enquanto.
Mas Steinar foi levado ao templo de Odin a Aar, e lá deteve
a prisão do templo.
CAPÍTULO VI
COMO OLAF FOUGHT COM ODIN
Era a véspera do Banquete de Primavera de Odin. Volta a mim que a
este banquete era o costume para sacrificar alguma besta a Odin e se deitar
flores e outros oferecimentos nos altares de certos outros deuses que
eles poderiam ser agradados para conceder uma estação frutífera. Neste dia, porém,
o sacrifício era ser de nenhuma besta, mas de um homem--Steinar o traidor.
Aquela noite eu, Olaf, pela ajuda de Freydisa, a sacerdotisa do deus,
entrada ganhada para o calabouço onde Steinar põem esperando a destruição dele. Isto
não era fácil fazer. Realmente, eu me lembro que só era depois que eu tivesse
jurado um grande juramento Leif e os outros padres que eu tentaria nenhum
salvamento da vítima, nem o ajuda escapar da prisão dele que eu
foi admitido lá, enquanto os homens armados estavam de pé sem ver que eu não fiz
quebre minha palavra. Para meu amor de Steinar era conhecido, e neste assunto nenhum
confiado em mim.
Aquele calabouço era um lugar terrível. Eu vejo isto agora. No chão do
templo era uma armadilha-porta que, quando ergueu, revelou um vôo de passos.
Ao pé destes passos estava outra porta volumosa de carvalho, trancou
e barrado. Foi aberto e fechou atrás de mim, que se achou dentro um
guarida de darksome construiu de pedra áspera para a qual ar só passou um
abrindo no telhado, tão pequeno que nem mesmo uma criança poderia passar isto. Em
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