com eu e meu negócio. Para-amanhã eu desejo montar para Londres com meu
senhora, e nós não buscamos sua companhia na estrada."
Então, tendo achado o boné dele, o Abade virou e caminhou atrás para seu
próprios homens, tirando a seta disto como foi ele, e agora todos eles
partido em cima da elevação para Blossholme.
"Agora isso é bem acabado, e eu tenho um juramento que ele vai escassamente
ouse quebrar", disse o Christopher agora. "O que o, Enfermeira, dizem?"
"Eu digo que você é até mesmo um simplório maior que eu o levei ser,"
Emlyn respondido furiosamente, como ela subiu e, para os membros dela, se estirou
era espasmódico. "O juramento, pshaw! Até agora ele é perdoado disto como determinado
debaixo de medo. Feito você não me ouve sussurrar a você pôr uma seta por
o coração dele, em vez de jogar as brincadeiras de menino com o boné dele?"
"Eu não desejei matar um abade, Enfermeira."
"Homem tolo, o que é a diferença em tal um assunto entre ele e
um dos criados dele? Além disso, ele só dirá que você tentou matar
ele, e perdeu, e produz o boné e seta em evidência contra você.
Bem, minha conversa serve reparar um assunto ruim para nada, e logo você vai
tenha notícias mais diretamente dele. Vá agora e traga sua casa pronto
ataque, e nunca ouse fixar um pé sem suas portas, para esperas de morte,
você lá."
Emlyn tinha razão. Dentro de três horas um monge desarmado marchou até
Cranwell Towers pela neve cadente e lançou pelo moat um
carta que foi amarrada a uma pedra. Então ele pregou uma escritura a um do
carvalho posta do portão exterior, e, sem uma palavra, passado como teve ele
venha. Na presença de Christopher e Cicely, abriu Emlyn e leu
esta segunda carta, como ela tinha lido o primeiro. Era curto, e correu--
"Tome conhecimento, Senhor Christopher Harflete, e tudo outros quem pode
interesse que o juramento que eu, Maldon Clemente, Abade de Blossholme,,
o jurado este dia, é totalmente nulo e de nenhum efeito, tendo sido,
torcido de mim debaixo da ameaça de morte imediata. Tome conhecimento, mais adiante,,
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