para meninas; você deveria ter sido um menino, Suzanne."
"Eu não posso; eu sou uma menina", ela respondeu; "e eu tenho nem todo irmãos gostar
outras meninas. Por que não tenha eu qualquer irmão?"
Jan encolheu os ombros os ombros dele, e olhou para mim.
"O mar não trará um irmão para mim?" ido na criança, porque ela tinha sido
contou que pequenas crianças saíram do mar.
"Talvez, se você procura um muito duro", eu respondi com um suspiro, pequeno,
sabendo que fruta pularia desta semente da conversa de uma criança.
No amanhã havia um grande fazer sobre o lugar, para o preto,
menina cujo negócio era olhar depois que a Suzanne entrasse ao café da manhã
tempo e disse que ela tinha perdido a criança. Parecia que eles tinham ido
a costa no começo matutino estão abaixo juntar conchas grandes como
lavado lá em cima depois de uma tempestade pesada, e aquela Suzanne tinha levado com ela
uma bolsa fez de pele de fonte-corço em qual os levar. Bem, o preto
a menina sentou debaixo da sombra de uma pedra, enquanto deixando a Suzanne para vagar
e fro que procura as conchas, e não durante uma hora ou mais ela adquiriu
até a ache. Então ela procurou em vão, para o spoor da criança
pés conduziram da areia entre as pedras para a costa seixosa acima,
que estava coberto com gramas de mar duras, e havia perdido. Agora ao
a história de menina que eu fui amedrontado, e Jan era ambos amedrontados e tão bravo
que ele teria a amarrado e a açoitou se ele tivesse achado tempo. Mas
disto não havia nenhum para perder, enquanto levando assim com ele tal Kaffirs como ele
poderia achar ele partiu para a beira-mar para caçar para Suzanne. Estava próximo
pôr-do-sol quando ele devolveu, e eu, que estava assistindo do _stoep_, viu
com um calafrio de teme que ele estivesse só.
"Esposa", ele disse em uma voz oca, "a criança está perdida. Nós procuramos
longe e largo e pode achar nenhum rastro dela. Se prepare comida para pôr dentro meu
sela-bolsa, para se nós deveríamos descobrir a para-noite dela ou para-amanhã, ela vai
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