"Eu quero dizer, Suzanne, que não é bem para qualquer de nós deixar nossa envoltura de amor
isto muito de perto sobre um estranho. Ralph é um inglês, não um bôer.
Ele me nomeia a mãe e seu pai, pai,; e você ele nomeia a irmã, mas
a nós ele não é nem filho nem irmão. Bem, um dia pode vir quando ele aprender
entender isto, quando ele aprende também entender que ele tem outro
família aparentada, verdadeira longe pelo mar; e se esses pássaros chamam,
quem o manterá no ninho estranho?"
"Ah!" ela ecoou, tudo espantaram, "quem o manterá então?"
"Eu não sei", eu respondi; "não um pai de criação ou mãe. Mas eu
esquecido. Diga, ele levou o rifle dele com ele para a aldeia cercada?"
"Seguramente, eu vi isto na mão dele."
"Então, filha, se você for, siga um cavalo, e se você pode achar Ralph,
lhe fala que eu estarei alegre muito se ele puder atirar um corço pequeno e
devolva com ele, como eu preciso de carne fresca."
"Eu posso ficar com ele enquanto ele atirar o corço, mãe?"
"Sim, se você não está do modo dele e não pára muito muito tempo."
Então, sem mais palavras, Suzanne me deixou, e agora eu a vi
cantering pelo veldt na égua cinzenta dela para a que Ralph tinha quebrado
o dela, e desejou saber se ela achasse o e que sorte teria ele com
a caça que dia.
Agora parece aquela Suzanne achou Ralph e lhe deu minha mensagem, e isso
eles começaram a procurar corço na faixa de terra que mente junto
entre a beira-mar e o pé das colinas onde às vezes o
blesbok e gazela alimentavam em milhares. Mas neste dia lá
não era nenhum ser visto, para a grama seca já tinha estado queimado fora, assim
que não havia nada para eles comerem.
"Se a mãe é adquirir o "para-dia de carne dela, disse Ralph a comprimento, "eu penso
que nós temos que tentar o lado de colina para um duiker ou um arbusto-corço."
Assim eles se ficavam interiores e montaram para aquele mesmo kloof onde anos
antes de a Suzanne tivesse descoberto o menino náufrago. À boca disto
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