embora ele não conheceu isto, o viu hesitar e parou.
"Sihamba", ele disse, "por que você estava falando com aquele homem?"
"Porque é meu negócio para conhecer coisas, Pai de Andorinha, e eu
desejado aprender de onde ele veio."
"Você lhe falou então?"
"Não completamente, para alguém em quem ele teme pôs um peso
a língua dele, mas eu aprendi que ele vive longe em uma aldeia cercada dentro o
montanhas, e que esta aldeia cercada é possuída por um homem branco que mantém as esposas
e gado a isto, embora ele não se é lá agora mesmo. O resto eu
espere ouvir quando Swart Piet o manda de volta novamente, porque eu dei o
tripule uma medicina para curar a criança dele que está doente e ele agradecerá
para mim."
"Como você sabe que Swart Piet enviou o homem?" Jan perguntado.
Ela riu e disse: "Seguramente isso era fácil adivinhar; é meu negócio
entrelaçar pouco enfia em uma corda."
Novamente ele virou ir e novamente voltou falar com ela.
"Sihamba", ele disse, "eu o vi falando com aquele homem antes. EU
se lembre da cicatriz na face dele."
"A cicatriz na face dele você pode se lembrar", ela respondeu, "mas você tem
não nos visto falando junto, para até esta hora que nós nunca nos encontramos."
"Eu posso jurar isto", ele disse furiosamente. "Eu me lembro do chapéu de palha, a forma,
do pacote do homem, a linha onde a sombra derrubou no pé dele, e
o tique-pássaro que veio e sentou perto de você. Eu me lembro de tudo."
"Seguramente, Pai de Andorinha", Sihamba respondeu, eyeing ele esquisitamente, "você
conversa do que você há pouco viu."
"Não, não", ele disse, "eu vi isto anos atrás."
"Onde?" ela perguntou, enquanto o encarando.
Ele começou e proferiu algumas palavras rápidas. "Eu sei agora", ele disse. "Eu vi
isto em seus olhos o outro dia."
"Sim", ela respondeu quietamente, "eu penso que, se em qualquer lugar, você visse isto
em meus olhos, como a vinda deste mensageiro é o em primeiro lugar o
grandes coisas que são acontecer à Andorinha e para esses que ao vivo em
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