"Talvez, quando eles são queridos dizer honestamente, o qual neste caso pode escassamente
seja."
Ele cresceu quente e vermelho. "O que quer dizer você? Você supõe----"
"Eu não suponho nada, Capitão Marcus."
"Você supõe", ele repetiu, "que eu o ofereceria menos que o
lugar de esposa?"
"Seguramente não", ela respondeu, "desde fazer seriam assim o insultar.
Mas eu nem que você realmente pretendeu me oferecer aquele lugar."
"Ainda isso estava em minha mente, Miriam."
Os olhos dela cresceram macios, mas ela respondeu:
"Então, Marcus, eu o peço, tire de sua mente, desde entre nós
rolos um grande mar."
"É nomeado Caleb?" ele perguntou amargamente.
Ela sorriu e tremeu a cabeça dela. "Você sabe bem que não tem nenhum tal nome."
"Me conte este mar."
"É fácil. Você é um romano que adora os deuses romanos; Eu sou um
Adorando Cristão o Deus dos cristãos. Então nós somos
sempre separe."
"Por que? Eu não entendo. Se nós estivéssemos casados que você poderia vir pensar
como eu, ou eu poderia vir pensar como você. É uma questão do espírito
e o futuro, não do corpo e o presente. Diariamente os cristãos
se case esses que não são os cristãos; às vezes, até mesmo, eles os convertem."
"Sim, eu sei; mas em meu caso pode não estar isto--até mesmo se eu desejasse que isto
deveria ser."
"Por que não?"
"Porque ambos pelo comando de meu pai assassinado e do próprio desejo dela
minha mãe pôs isto em mim com a respiração agonizante dela para a que eu deveria levar
marido nenhum homem que não era de nossa fé."
"E você ser ligado por este comando se segura?"
"Eu faço, sem dúvida e para o fim."
"Porém muito você pode chance para amar um homem que um Christian não é?"
"Porém muito eu posso chance para amar tal um homem."
Marcus deixou queda a mão dela. "Eu penso que eu teve vou" melhor, ele disse.
"Sim."
Então veio uma pausa enquanto ele parecia estar lutando com ele.
"Miriam, eu não posso ir."
"Marcus, você tem que ir."
"Miriam, você me ama?"
"Marcus, possa o Cristo me perdoe, eu faço."
|