H. Rider (Henry Rider) Haggard

Ayesha, o Retorno de Ela,

	
novamente. Mas sobe eu fiz, entretanto meus pulmões eram pertos a estourar primeiro. Como eu
flutuado para cima para o topo eu me lembrei do estrondo que me contou isso
Eu tinha atravessado gelo. Então eu deveria conhecer gelo à superfície
novamente. Oh! pensar que depois de sobreviver tanto devo ser submergido eu goste
um gatinho e em baixo de uma folha de gelo. Minhas mãos tocaram isto. Lá estava
sobre mim lustrando branco igual copo. Céu seja elogiado! Minha cabeça quebrou
por;  neste baixo e abrigou desfiladeiro era mas um filme nenhum mais grosso
que um centavo formou pela congelação clara da noite prévia. Assim eu subi
do fundo e fitou sobre mim, enquanto andando água com meus pés.

Então eu vi a visão mais contente que já meus olhos viram, para no
corrija, não dez jardas fora, a água que corre do cabelo dele e barba,
era o Leo. Leo vivo, porque ele quebrou o gelo magro com os braços dele como ele
lutado para a costa do rio fundo. [*] Ele também me viu, e
os olhos cinzentos dele pareciam partir da cabeça dele.

     [*] Normalmente, como aprendemos depois nós, o rio a isto
     mancha era bastante rasa;  só um pé ou dois a fundo. Era
     a avalanche que represando isto com montões caídos de neve
     tinha elevado seu nível muito muitos pés. Então, para isto
     avalanche que tinha ameaçado nos destruir nós em realidade
     devido nossas vidas, para teve o fluxo só se levantado a seu normal
     altura que nós devemos ter sido colididos a pedaços nas pedras.
     --L. H. H.

"Ainda vivendo, ambos nós, e o precipício passou!" ele gritou dentro um
tocando, voz triunfante. "Eu lhe falei nós fomos conduzidos."

"Sim, mas onde?" Eu respondi como eu lutei meu modo também pelo filme
de gelo.

Então era eu me dei conta que nós éramos nenhum mais longo só, para no
banco do rio, uns trinta jardas de nós, estava duas figuras, um homem,
apoiando em um pessoal longo e uma mulher. Ele era um homem muito velho, para seu,	

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