mais, assim, sentindo ódio contra este subir Desconhecido em meu coração, e
temendo para que não eu deveria proferir palavras que eram melhor não ditas, eu o deixei. Agora
Eu o licitei, procure os livros que estão aberto a sua sabedoria e me falam de
esta mulher quem ele busca, quem ela é, e onde ela mora. Oh! procura
eles rapidamente, que eu posso a achar e--a mata se eu puder."
"Sim, se você pode", respondeu para o Shaman, "e se ela vive para matar. Mas
diz, onde nós começaremos nossa indagação? Agora, esta carta da Montanha
que o cabeça-padre Oros enviou um tempo atrás a seu tribunal?"--e ele
selecionado um pergaminho de uma pilha que se deita na mesa e olhou a
o dela.
"Leia", ela disse, "eu ouviria isto novamente."
Assim ele leu: "Do Hesea da Casa de Fogo, para Atene, Khania de
Kaloon.
"Minha irmã--Advertindo me localizou que dois estranhos de um ocidental
viagem de raça para sua terra, buscando minha Oracle da qual eles perguntariam um
pergunta. No primeiro dia da próxima lua, comando eu que você e com
você Simbri, seu grande-tio, o Shaman sábio, Guardião do Portão,,
estará assistindo o rio no golfo ao pé da estrada antiga,
para por aquele caminho íngreme viajam os estranhos. Os ajude em todas as coisas e
os traz seguramente à Montanha, enquanto sabendo que neste assunto devo eu
o e o segure considerar. Eu eu não os conhecerei, desde fazer assim
seria quebrar o pacto entre nossos poderes que dizem que o Hesea
das visitas de Santuário não o território de Kaloon, economize na guerra. Também
a vinda deles/delas é designada caso contrário."
"Pareceria", disse Simbri, enquanto colocando o pergaminho "que estes são
nenhum vagante de chance, desde que Hes os espera."
"Sim, eles não são nenhum vagante de chance, desde que meu coração esperou um deles
também. Ainda o Hesea não pode ser aquela mulher, por razões para as quais são conhecidas,
você."
"Há muitas mulheres na Montanha", sugestionou o Shaman dentro um seco
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