H. Rider (Henry Rider) Haggard
como preciso a suposição dele era, e como verdadeiro a conclusão que ele tirou disto.
Certamente ela tinha estado sonhando, e ela era uma mulher estranha.
Enquanto isso Jess estava mudando as roupas dela rapidamente e estava removendo os rastros
da luta dela com os elementos. Mas daquela outra luta teve ela
passado por ela não pôde remover os rastros. Eles e o amor que
surgido fora disto suportaria contanto que ela suportasse. Era ela anterior
ego que tinha sido rejeitado nisto e que se deitam agora atrás dela, um vazio
e coisa de unmeaning como o montão informe de artigos de vestuário. Era todo mesmo
estranho. Assim o John tinha ido a procurar e não a tinha achado. Ela era
contente que ele tinha ido. A fez feliz para pensar nele procurando
e chamando o molhado e a noite. Ela era só uma mulher, e era
natural que ela deveria sentir assim. Logo ele voltaria e achado
o dela vestiu e na mente certa dela e pronto o cumprimentar. Ela estava alegre
que ele não a tinha visto molhar e desordenado. Uma menina parece tão desagradável
assim. Poderia o ter fixado contra ela. Homens gostam de mulheres para olhar
agradável e limpo e bonito. Isso lhe deu uma idéia. Ela virou a ela
copo e, segurando a luz sobre a cabeça dela, estudou a própria face dela
atentamente. Ela era uma mulher com como pouca vaidade na composição dela como
é possível uma mulher ter, e cultiva agora ela não a tinha dado
olhares pessoais muita consideração. Elas não tinham sido de grande importância
para ela no distrito de Wakkerstroom do Transvaal. Mas para-noite tudo
de um súbito eles ficaram muito importantes; e assim ela estava de pé e olhou a
os próprios olhos maravilhosos dela, às massas de ainda enrolar cabelo marrom umedeça
e lustrando da chuva, à face pálida curiosa e claro
boca determinada.
"Se não fosse para meus olhos e cabelos, eu deveria ser muito feio", ela disse
para ela em voz alta. "Se só eu fosse igual Bessie bonito, agora." O
pensamento da irmã dela lhe deu outra idéia. Isso que se o John fosse preferir
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