Neste mesmo momento atrás de cem contadores estavam cem réplicas
daquele homem generoso e cidadão merecedor, John Porson. Possa ele é
descrito melhor ou mais brevemente?
"Como você está o Coronel?" ele disse, enquanto se apressando adiante. Ele nunca teve contudo ousou
chamar o "Monge" de cunhado dele, e muito menos pelo nome de batismo dele,
assim ele chegou a um acordo sobre "Coronel."
"Bem bem, lhe agradece, enquanto considerando meus anos e botherations. E como
você é, John?"
"Não muito principal, não muito principal", disse o pequeno homem; "meu coração tem
está me aborrecendo, e estava tão terrivelmente quente em Londres."
"Então por que você não foi?"
"Realmente eu não sei. Eu entendi que teve algo que fazer com um
festa, mas eu penso que o fato é que aquela Mary estava muito preguiçosa para para olhar depois o
criados enquanto eles fizeram as malas."
"Talvez ela teve alguma atração lá", sugestionou o Coronel, com um
ansiedade que poderia ter sido óbvio a um observador mais qualificado.
"Atração! O que quer dizer você?" Porson perguntado.
"Signifique, você ganso velho? Por que, o que deveria querer dizer eu? Um homem jovem, claro que."
"Oh! Eu vejo. Não, eu estou seguro não era nada daquele tipo. Mary não será
aborrecido com homens jovens. Ela está muito preguiçosa; ela há pouco examina o deles/delas
cabeças até que eles se cansem e vão embora. Eu estou seguro era a embalagem,
ou, talvez, a festa. Mas o que está encarando você, Coronel? Está lá
qualquer coisa erradamente?"
"Não, não; só aquela janela maravilhosa seu--o a pessoa encheu com
garrafa-copo--que sempre me faz lembrar de uma posição de lanterna de bull's-olho
em uma lata de preservar-carne de boi, ou o topo de um farol de brinquedo."
Porson investigou à janela ofendendo pelos espetáculos dele.
"Certamente, agora você menciona isto, parece um pequeno estranho daqui", ele,
dito; "nu, bastante. Você disse assim antes de, você se lembra, e eu lhes falei
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