H. Rider (Henry Rider) Haggard

Stella Fregelius

	
experiência breve da profissão dele ele tinha caído a vítima a uma idéia e
se torne um físico. Esta era a idéia dele, ou o ponto principal disto--para
seus detalhes não fazem dentro o menos preocupação nossa história:  que por meio de
uma certa máquina que ele tinha concebido, mas não como ainda aperfeiçoou,
seria possível completar sistemas todo existentes de antena
comunicação, e enormemente simplificar a ação deles/delas e aumentar o deles/delas
extensão. Os instrumentos dele que eram telefones sem fios--aerophones ele
os chamado--seria feito em pares, gêmeos que só deveriam falar,
para um ao outro. Eles não requereram nenhum poste alto, ou balões, ou qualquer outro
cumbrous e aplicação cara;  realmente, o tamanho deles/delas era nenhum maior que
o de uma caixa de despacho bastante grossa. E ele tinha triunfado;  a coisa era
feito--em todos menos um ou dois detalhes.

Durante dois anos longos ele tinha lutado com estes, e ainda eles iludiram
ele. Uma vez ele tinha tido sucesso--isso era a coisa terrível. Uma vez para um
enquanto os instrumentos tinham trabalhado, e com um espaço de várias milhas
entre eles. Mas--esta era a parte enlouquecedora disto--ele nunca tinha sido
capaz repetir as condições exatas;  ou, bastante, descobrir precisamente
o que eles eram. Naquela ocasião ele tinha confiado um das máquinas dele para
o primeiro primo dele, Mary Porson, uma menina grande com o cabelo dela ainda abaixo ela
atrás, bastante perca tempo em disposição, mas muito inteligente, quando ela escolheu.
Mary, a maior parte, tinha sido trazida no casa do pai dela,
perto de. Também, freqüentemente ela ficou com o tio dela durante semanas a uma extensão,
assim o Morris era como íntimo com ela como um homem de oito naquele momento e
vinte normalmente estão com um parente nas adolescências dela.

O arranjo nesta ocasião particular era que ela deveria levar o
máquina--ou aerophone, como seu inventor tinha nomeado isto--para a casa dela. O	

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