o dela. Os dois homens olharam para um ao outro. Um pensamento estava na mente de
cada; mas o Coronel, treinado por experiência longa, e sábio em seu
geração, esperou por Sr. Porson para falar. Muitos e muitos um tempo no
depois que dias ele achasse razão para se felicitar neste soberbo
reticência--para lá são ocasiões quando discrição quase puder chegar para
a altura de gênio. Debaixo das circunstâncias relativas deles/delas, se tivesse
sido ele que sugeriu primeiro esta aliança, ele e a família dele têm que ter
permanecido à desvantagem mais séria, e como para estipulações, bem, ele
não poderia ter feito nenhum. Mas como isto chanced que era dos lábios de Porson pobre
que a sugestão veio.
Sr. Porson clareou esta garganta--uma vez, duas vezes, muito. À terceira lima,
o Coronel ficou muito atento. Ele se lembrou que o cunhado dele
tinha feito a mesma coisa exatamente ao mesmo ápice de um longo-passado
crise; realmente, logo antes ele ofereceu a assumir espontaneamente o
hipotecas na propriedade de Abadia.
"Você estava falando, Coronel", ele começou, "quando a Mary entrou, e ele
pausado.
"Eu daresay", respondeu o Coronel indiferentemente, enquanto fixando um desprezativo
olhe em algum mullions de pedra de desígnio cruel.
"Sobre Morris que se casa?"
"Oh, sim, assim eu era! Bem?"
"Bem--ela parece gostar dele. Eu sei que ela realmente faz. Ela nunca fala de
qualquer outro homem jovem."
"Ela? Quem?"
"Minha filha, Mary,; e--assim--por que não deve eles--você sabe?"
"Realmente, John, eu lhe tenho que pedir que seja um pequeno mais explícito. É nenhum bom
seu me endereçando em suas cifras empresariais."
"Bem--eu quero dizer--por que ele não a deveria se casar? Morris se casa a Mary? É isso
planície bastante?" ele perguntou em desespero.
Para um momento uma névoa juntou antes dos olhos do Coronel. Aqui era
salvação realmente, se só pudesse ser provocado. Oh! se só isto
poderia ser provocado.
Mas os olhos escuros nunca mudaram, nem fez um movimento de músculo naquele pálido,
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