que freqüentam isto."
"Eu vejo. Esta é com ímpeto exclusividade. Talvez você considera
que essas portas profanas também deveriam ser fechadas a mim."
"Eu tenho nenhum certo expressar uma opinião sobre onde meu pai deve
ou não deveria ir; mas se você me perguntar, eu penso que, debaixo de todos o
circunstâncias, você faria melhor para manter fora."
"As circunstâncias! Que circunstâncias?"
"Esses de nossa pobreza que nos deixa nenhum dinheiro arriscar jogando."
Então o Coronel perdeu todo o controle do temperamento dele, como às vezes aconteceu
para ele, e ficou sumamente violento e desagradável. O que ele disse faz
não assunto; deixe bastar que as observações eram de um caráter que
até mesmo são acostumados os homens cabeçudos para reservar para o benefício do deles/delas
mulher-povo e outras relações íntimas.
Atraído pelo barulho que era considerável que a Mary entrou para a achar
tio que marcha o quarto que vitupera o Morris para cima e para baixo que, com totalmente
uma expressão nova na face dele--um tipo quieto, obstinado de expressão--era
apoiando no mantel-pedaço e o assistindo.
"Tio", começou a Mary, você "prestaria atenção a ser um pequeno mais quieto? Meu pai
está escada acima adormecido, e eu tenho medo que você o se despertará."
"Eu sinto muito, meu querido, muito arrependido, mas há alguns insultos que nenhum homem
com amor-próprio pode submeter, até mesmo de um filho."
"Insultos! insultos!" A Mary repetiu, enquanto abrindo os olhos azuis dela; então, olhando
a ele com um ar aflito: "Morris, por que você insulta seu pai?"
"Insulto?" ele respondeu. "Então eu lhe falarei como. Meu pai quis
o leve jogar com ele a Monte Carlo esta tarde e eu disse isso
você não deveria ir. Isso é o insulto."
"Você observa, meu querido", sem dinheiro no Coronel "que já ele trata
você como uma autoridade tendo."
"Sim", disse a Mary, "e por que não deve ele? Agora que meu pai é tão fraco
quem sou eu obedecer se não o Morris?"
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