do assunto, e tinha apanhado um conhecimento superficial de hieroglífico até mesmo.
Em janeiro--isso era, ao término desses três meses--o Smith surpreendeu
o Conselho de administração dele solicitando dez semanas licença, ele que teve
hitherto estado contente com uma quinzena pelo ano. Quando questionou ele
explicou que ele tinha estado sofrendo de bronquites, e foi aconselhado
leve uma mudança no Egito.
"Uma idéia muito boa", disse o gerente; "mas eu tenho medo você achará isto
caro. Eles tosquiam a pessoa no Egito."
"Eu sei", o Smith respondido; "mas eu economizei um pequeno e só se tem
gastar isto em."
Assim o Smith foi para o Egito e viu o original da cabeça bela e
mil outras coisas fascinantes. Realmente, ele fez mais. Prendendo
ele para alguns escavadores que estavam alegre da ajuda inteligente dele,
ele na verdade cavou durante um mês no bairro de Thebes antigo, mas
sem achar qualquer coisa em particular.
Não estava depois até dois anos que ele fez a grande descoberta dele que
que é conhecido como a Tumba de Smith. Aqui pode ser explicado que o estado
da saúde dele tinha se tornado como necessitar uma visita anual para
Egito, ou assim os superiores dele entenderam.
Porém, como ele não pediu nenhum feriado de verão, e sempre estava pronto fazer
o trabalho de outro homem ou parar serão, ele achou isto fácil de organizar para
estes excursões de inverno.
Nisto, a terceira visita dele para o Egito, o Smith obteve do
Diretor-geral de Antiguidades no Cairo uma licença para cavar em seu
própria conta. Já sendo conhecido bem no país como um qualificado
Egyptologist, isto foi concedido nas condições habituais--isto é, que o
Departamento de Antiguidades deveria ter um direito para levar quaisquer dos objetos
que poderia ser achado, ou todos eles, se isto assim desejou.
Tais assuntos preliminares tidos organizados por correspondência, Smith,,
depois que alguns dias gastaram no Museu no Cairo, pegou o trem noturno
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