a Luxor onde ele achou o cabeça-homem dele, um ex-dragoman nomeado Mahomet,
esperando por ele e o labourers de fellaheen dele já contrataram. Havia
mas quarenta deles, para seu era uma aventura comparativamente pequena. Três
cem libras eram a quantia que ele tinha se decidido para gastar,
e tal uma soma não entra longe em escavações.
Durante a visita dele do ano prévio o Smith tinha marcado o lugar onde
ele pretendeu cavar. Estava no cemitério de Thebes velho, na mancha selvagem,
não longe do templo de Medinet Habu do que é conhecido como o Vale
as Rainhas. Aqui, separado dos descansar-lugares dos senhores reais deles/delas
pela massa corajosa da colina interveniente, algumas das maiores senhoras de
O Egito foi posto para descansar, e era as tumbas deles/delas que o Smith desejou
investigar. Como soube bem ele, alguns destes ainda têm que permanecer ser
descoberto. Quem poderia dizer? Favours de fortuna o tipo negrito. Poderia ser que ele
acharia a sepultura santa daquela Realeza bela, desconhecida cujo face
tinha o assombrado durante três anos longos!
Durante um mês inteiro ele cavou sem o sucesso mais leve. A mancha que
realmente, ele selecionou tinha provado para ser a boca de uma tumba. Depois de
vinte e cinco dias de exploração laboriosa que estava a comprimento ido,
e ele se levantou em uma caverna rude, inacabada. A rainha para quem tinha sido
projetado deve ter morrido bastante jovem e deve ter enterrado em outro lugar; ou ela
tinha se escolhido outro sepulcro, ou mayhap a pedra tinha provado
inadequado para escultura.
Smith encolheu os ombros os ombros dele e se mudou, enquanto afundando covas de ensaio e
trincheiras aqui e lá, mas ainda não achando nada. Dois-terços seu
tempo e dinheiro tinham estado gastos quando afinal a sorte virou. Um dia,
para noite, com alguma meio-dúzia dos melhores homens dele estava devolvendo ele
depois de uma manhã infrutífera de labuta, quando algo parecia atrair
ele para um pequeno _wadi_, ou ladra, na ladeira que estava cheia
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