William Elliot Griffis

Contos de fadas holandeses para Povos Jovens

	
pequenos povos, encorajando que eles sustentassem as vozes deles/delas, até finalmente ele,
tido tudo em ordem. Então eles praticaram, até que o gnomo de mestre pensou ele
tido a balança dele de anotação perfeito e deu ordens para afinar os sinos.
Para a delícia de todos os gnomos, kabouters e duendes que tinham sido
convidado ao concerto, as filas de sinos, cem ou mais, de
boomers para tinklers, harmonia feita. Amarrado um acima o outro, eles
poderia fazer merriment, ou tristeza, em solos, repiques, carrilhões, cascatas,
e carrilhões, com doçura e efeito. Às baixas notas os bebês
convocado "vaca, vaca; " mas às notas altas, "pássaro, pássaro."

Assim aconteceu que, no mesmo dia que o bispo teve o grande dele
igreja construiu, com um pináculo de bolbo esplêndido no topo, e todo bem
fornecido dentro, mas sem um sino tocar nisto, que o kabouters
planejado uma grande surpresa.

Era noturno. O bispo estava empacotando a sela dele ensaca, pronto levar um
viaje, a cavalo, para Rheims. Nesta cidade, as grandes caravanas de
A Índia e China terminaram, enquanto trazendo à feira anual, tapetes, temperos, pedras preciosas,,
e coisas Oriental, e os comerciantes de Rheims rolaram em ouro. Aqui
o bispo imploraria o dinheiro, ou pede um sino, ou carrilhões.

De repente, à noite, enquanto na própria casa dele, lá tocou fora música dentro
o ar, como o bispo nunca tinha ouvido na Holanda, ou em qualquer do
dezessete províncias do Países Baixos. Nem mesmo nas terras velhas,
França, ou Espanha, ou Itália onde os professores Cristãos, construtores e
cantores, e a música dos sinos tinha sido ouvida muito tempo, teve tal um
inundação de doces sons já em orelhas humanas. Aqui, neste do norte
regiões, tocou fora, não um solo, nem um repique, nem um carrilhão, nem até mesmo um
cascateie, de um sino, ou de muitos sinos;  mas, um programme longo de
música mais rica no ar--algo que nenhum outro país, porém rico
ou velho, possesso. Era um carrilhão, quer dizer, uma massa continuada de realidade	

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