para cima novamente na cozinha correu ele. Felizmente, a porta no jardim
estado de pé largo aberto.
Agarrando uma garrafa fresca de soja da estante de cozinha, o Oni, com um
pulo, salto e salto, alcançaram ao ar livre. Vendo um par de klomps, ou de madeira
sapatos, se aproxime os passos, o Oni pôs o par dele de três dedos do pé neles, para
impeça os cachorros cheirar seus rastos. Então ele colidiu com os campos,
escondendo entre as vacas, até que ele ouviu os homens com forcados vir. A
uma vez o Oni saltou em uma vaca atrás e se agarrou para seus chifres, enquanto
o animal pobre colidiu para sua vida com sua baia, no estábulo de vaca,,
esperando fugir o monstro.
A esposa do fazendeiro de leiteria estava naquele momento que puxa aberto a agência dela
gaveta, vestir um novo limpe ate boné. Ouvindo o mugido de vaca favorito dela e
berre, ela deixou a gaveta aberto e correu para olhar pela vidraça de
copo na cozinha. Por isto, poderia piar ela, a qualquer minucioso, para
veja se isto ou aquela vaca, ou seu bezerro, estava doente ou bem.
Enquanto isso, na Casa no Wood, a Princesa, ouvindo a empregada,
grito e os criados em um alvoroço, apressou fora nela bordou
nightie branco, perguntar que, e isso que, e por que, e portanto. Tudo
diferente e muito engraçado era as respostas de empregada, mordomo, cozinheiro, criado,
e botas.
A primeira empregada que tinha puxado aberto a gaveta e tinha deixado o Oni adquire fora,
sustentado vassoura e espanador, como se prestar juramento. Ela declarou:
"Era um macaco, ou babuíno; mas ele parecia falar--russo, eu penso."
"Não", disse o mordomo. "Eu ouvi a criatura--um carneiro preto, correndo em,
suas pernas de hind; mas seu idioma era alemão, eu estou seguro."
O cozinheiro, uma mulher holandesa gorda, contou uma história longa. Ela declarou, em honra,
que era um cachorro preto como um pug chinês que não tem nenhum cabelo. Porém,
ela tinha visto só sua parte de trás, mas ela era positiva a criatura falada
Inglês, porque ela ouviu isto dizer "soja."
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