corajosamente corrido para o cabo de vassoura.
O Oni pegou visão do que ele pensou era um buraco grande na parede e
colidido com isto. Vendo o céu azul acima, ele começou a subir. Agora lá
não era nenhuma chaminé no Japão e ele não soube o que isto era. A fuligem
quase encoberto e o sufocou. Assim ele deslizou abaixo e apressou fora, só para
tenha a cabeça dele quase rachada pela esposa do fazendeiro que lhe deu um golpe
do cabo de vassoura dela. Ela pensou que era uma cabra louca que ela era
lutando. Ela dirigiu o Oni primeiro no porão e então trancou o
porta.
Uma hora depois, o fazendeiro adquiriu uma arma e carregou isto. Então, com o dele contratou
tripule ele veio perto de, um puxar aberto a porta, e o outro a broto.
O que eles esperaram achar era um monstro.
Mas não! Tanto experimente, até mesmo dentro de uma hora, de desconhecido de coisas em
Japão, inclusive chaminés, tinha sido muito severo para o pobre, só,
Oni nostálgico. Lá isto morto secular no chão, com seus três dedos
segurado firmemente a seu focinho e fechando isto. Tanto queijo, kool de zuur,
(krout azedo), gim (aguardentes), advocaat (conhaque e ovos), o leite de vacas,
sapatos azedos e frescos, de madeira, ate colarinhos e encrespou neckwear,
com os vários cheiros, tinha virado o cabeça de ambos o Oni e o estômago dele.
A mesma visão destas coisas estranhas que são tão incomum, deu o Oni
primeiro medo, e então um ataque nervoso, enquanto os odores, como teve
nunca torturado o nariz dele antes, tinha o terminado.
Foram chamados os homens sábios da aldeia junto para segurar um inquérito.
Depois de chamar as testemunhas, e os interrogando e estudando o
criatura estranha, o veredicto deles/delas era que não pudesse ser nada menos que um
_Hersen Schim_, quer dizer, um espectro do cérebro. Eles queridos dizer por isto
que não havia nenhum tal animal.
Porém, um homem de Delft que seguiu o negócio de um knickerbocker,
ou padeiro de calcinha, ou marles de barro, implorou o corpo do Oni. Ele
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