a mesa de ceia, ele pôs os pedaços pé-longos no lugar deles/delas.
Quando Van Eyck acordou pela manhã, ele recordou o sonho dele, e, antes de
ele foi vestido, apressado à cozinha. Lá, na mesa, ponha um par
de sapatos de madeira nitidamente feitos. Não um sinal de ferramentas, ou cavacos poderiam ser
visto, mas a madeira limpa e odor agradável o fizeram contente. Quando ele
olhado novamente aos sapatos de madeira, ele os achou perfeitamente liso, ambos,
dentro de e fora. Eles tiveram saltos de sapatos ao fundo e eram bem pontudo a
os dedos do pé, e, completamente, era muito convidando ao pé. Ele os tentou
em, e achou que eles provido ele exatamente. Ele tentou caminhar no
chão de cozinha que a esposa dele mantida esfregou e poliu, e então
borrifado com areia branca limpa, com ondulações de cabo de vassoura marcadas dentro o
camadas, mas para Van Eyck estava como caminhar em gelo. Depois de deslizar e
se equilibrando, como se em uma corda apertada, e quebrando o nariz dele quase
contra a parede, ele tirou os sapatos de madeira, e os rejeitou, enquanto
dentro da casa. Porém, quando ele foi ao ar livre, ele achou os sapatos novos dele
muito claro, agradável aos pés e fácil entrar. Não era tanto
como tentar patinar, como tinha estado na cozinha.
À noite, nos sonhos dele, ele viu dois duendes vem pela janela em
a cozinha. Um, um kabouter, escuro e feio, teve uma caixa de ferramentas. O
outro, um duende luz-enfrentado, parecia ser o guia. O kabouter imediatamente
adquirido fora a serra dele, hatchet, verruma, longo, cinzel-como faca, e alisando
avião. No princípio, os dois duendes pareciam ser quarrelling, sobre quem,
deveria ser o chefe. Então eles se estabeleceram para trabalhar quietamente. O kabouter
levado a madeira e amoldou isto no lado de fora. Então ele escavou, de
dentro disto, um par de sapatos que o duende alisou e poliu. Então
um duende pôs os pequenos pés dele neles e tentou dançar, mas ele só
deslizado no chão liso e aplainou o nariz dele; mas o outro companheiro
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